quinta-feira, 6 de setembro de 2018

No escurinho do…



Estava a tratar de organizar umas situações profissionais quando vi que precisava de uma coisa.
Como tinha de ir comprar o que precisava a uma loja num determinado centro comercial e precisava para aquele dia, assim que acabei de almoçar, meti os pés a caminho e fui.
Quando estava a sair da loja em que fui fazer a minha compra, nesse corredor do centro comercial encontrei um “amigo” que já não via há uns bons tempos pois ele tinha ido para uma cidade distante.
Cumprimentámo-nos, a conversa habitual sobre não nos vermos há muito tempo, até que ele perguntou se eu queria ir beber um café para conversarmos um pouco.
Eu disse que café não bebia e que estava com alguma pressa mas que não dizia que não uma conversa rápida.
Sentámo-nos numa das muitas “esplanadas” que o centro comercial tem lá por dentro a conversamos um pouco sobre o tempo que não nos víamos, até que olhei para as horas e vi que não podia ficar mais tempo.
Ele insistiu que eu ficasse mais um pouco, eu argumentei que não podia pois ainda ia demorar até casa, ao que ele se ofereceu a levar-me a casa de modo a termos tempo de conversarmos mais um pouco.
Saímos do centro comercial e fomos descendo até ao estacionamento onde ele tinha o carro.
Quando já estávamos em andamento para sair do estacionamento, reparo que ele, em vez de ir para a saída, vai com o carro para o piso inferior.
E até brinquei com ele a dizer que ele teve tanto tempo sem vir cá que já nem se lembrava onde era a saída.
Ele diz que não se enganou, que íamos só passar num sitio.
Eu relembrei-o que estava com alguma pressa mas ele disse para não me preocupar que ia ser rápido.
Claro que, com a conversa, já estávamos no último piso do estacionamento que, por sinal àquela hora, a meio da tarde, estava quase quase deserto.
E, no meio desse deserto, havia também lugares de estacionamento com pouquíssima iluminação, ate lugares de estacionamento bastantes escuros…
E foi num desses lugares que ele parou o carro.
Apesar de ter percebido o que aí vinha (visto que tínhamos um historial de divertimentos), eu disse que não tinha percebido porque é que ele tinha parado ali.
Então o “amigo” tira o cinto de segurança dele, com a mão dele, carrega no botãozinho para tirar o meu cinto de segurança e disse que eu percebia sim e que podíamos ali matar um pouco as saudades de tempos antigos, mais que não fosse com um broche dos meus como ele sempre gostou.
E, conforme diz, puxa-me com força para ele, tendo a boca dele atacado directamente a minha boca e o meu pescoço enquanto as mãos dele já tinham ido para as minhas mamas.
Não me fiz de rogada e, ali no escurinho do estacionamento, fui directa ao assunto, agarrando no pau dele ainda por cima das calças mas não demorando nada para o tirar para fora e começar a punhetá-lo.
Antes de cair de boca nele, já ele me tinha dado para  a mão um preservativo que, rapidamente lhe coloquei, iniciando uma mamada naquele pau que, em tempos, já tinha saboreado.
Ainda levantei a cabeça para ver se, eventualmente, poderia aparecer alguém mas, mais uma vez, confirmei que ali era quase um deserto e, por isso, voltei a baixar a cabeça e continuei a chupa-lo.
Ia metendo o pau na boca, depois tirava e roçava os lábios, chupava a cabeça com gosto, fazendo-o gemer de tesão e descia a boca até às bolas dele, lambendo-as e babando-as muito, sentindo a respiração dele cada vez mais forte.
Ele agarra-me pelos cabelos, para me puxar e tirar a boca das bolas dele e mirando-me novamente para o pau dele, dizendo para o fazer vir.
Voltei aos movimentos de vai-e-vem da minha boca no pau dele com ele a prender-me o cabelo com as mãos para conseguir ver-me a fazer-lhe o broche.
Sinto-o a contorcer-se cada vez mais com o tesão, o que me fez aumentar o ritmo da mamada, chupando e lambendo com tanta vontade que quase o fazia urrar de prazer.
Num gesto rápido, com a mão esquerda ele puxa o meu cabelo fazendo-me levantar a cabeça e com a mão direita mexe no próprio pau para tirar o preservativo, dizendo que vai-se vir.
“toma putinha”, com a mão esquerda ainda a segurar-me nos cabelos faz com que a minha cara fique bem perto do seu pau, enquanto com a mão direita faz dois movimentos de punheta explodindo num gozo frenético, lambuzando-me a cara toda com aquele esporra morninha.
“se não mudaste, era assim que gostavas” disse ele e, com a cabeça do pau, foi espalhando a esporra pela minha cara, tendo eu ajudado com a minha mão a espalhar melhor aquele creme hidratante.
Recompusemo-nos, saímos do estacionamento, tendo ele me deixado em casa, tal como tinha prometido, visto que eu estava com pressa, tendo ele deixado no ar que, antes de ir embora, me ligava para uma despedida.
Beijos da vossa 💋Maria dos Prazeres💋

terça-feira, 4 de setembro de 2018

De volta



Pois é, estou de volta aqui ao blog.

Obrigada a todos que têm passado por aqui ou pelo email.

Irei tentar dar resposta rápida a todos no email, nas mensagens no xsocial, etc 😊

E, claro, esta semana haverá coisinhas aqui publicadas.

Siga-se em frente com mais novas aventuras 😉

Beijos da vossa 💋Maria dos Prazeres💋



quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Pequenina Pausa




Ora pois bem, é para avisar que vou fazer umas mini-mini-mini-férias de hoje 5ª feira até 2ª dia 3.
São mesmo umas mini-mini-férias mas são as possíveis pois pensava eu que este mês iria ser menos ocupado mas afinal enganei-me.
Por isso, novas publicações de aventuras só mesmo a partir da próxima semana.
Vou estar na mesma atenta aos emails que me enviam (ou mensagens no xsocial) mas é possível que eu não dê resposta antes de 2ª feira pois estou a precisar dum descansinho do computador, o meu parceiro de trabalho diário.
Espero que entendam pois a Maria está mesmo a precisar destes pouquinhos dias (4 diazinhos) para parar.
Porque, a partir de 2ª feira, vai ser novamente sempre a bombar, a nível de trabalho entenda-se… 😊
(e no resto também se espera que sim 😉)

Beijos da vossa 💋Maria dos Prazeres💋


quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Ele pediu que fosse assim…



O dia de trabalho não estava a ser nada bom, cheio de situações chatas e que não davam para serem resolvidas no momento e acabei por sair mais cedo porque precisava de desanuviar.
Enviei mensagem ao YL [parceiro fixo naquela altura (iniciais fictícias)] que, nesse dia, não precisava ir-me buscar ao trabalho, ia eu ter ao trabalho dele (local que tão bem eu conhecia já os cantinhos todos).
Graças ao metro cheguei lá num instante mas, claro, o YL ainda estava a trabalhar e com alguns colegas também por lá.
Fiquei lá num cantinho, agarrei no portátil e no telemóvel para ir vendo algumas coisas até que os pouco colegas dele tinham ido todos embora e ele já estava despachado também.
Perguntou-me se eu queria ir beber um café ao refeitório (da empresa), eu disse que sim pois aquele refeitório já tinha sido palco de muitas aventuras mas disse-lhe que antes de beber o café queria ir fazer xixi pois já estava aflitinha desde que tinha chegado ali.
Estranhei a resposta dele que me disse para primeiro ir beber o café com ele e lá entrámos no refeitório, ele tirou dois café e fomos bebendo enquanto estávamos já nos amassos, mão aqui e ali, com alguma roupa já a ser despida e eu já em cima de uma das mesas com ele no meio das minha pernas.
Uma das mãos dele estava numa das minhas mamas enquanto a outra mão já fazia o caminho até à minha coninha, alternando-se entre o meu clitóris e o meter um ou dois dedos dentro de mim.
A minha respiração foi ficando alterada e o ritmo dos dedos deles aumentaram mas…eis que tive de o fazer parar… pois tinha-me esquecido que estava aflitinha para fazer xixi e, se não parasse naquele momento, algo acontecia, ou melhor, algo saia.
Mas ele não me deixou parar, não me deixou sair para ir à casa de banho e até disse para deixarmos seguir assim.
Ainda argumentei que estava mesmo muito aflita e que não ia conseguir segurar mas ele disse que queria experimentar assim. A verdade é que já tínhamos falado do assunto mas nunca tinha acontecido.
Acedi à sua vontade e voltei a entregar-me às suas mãos que, nesse momento, já me tinha virado de costas para ele e feito debruçar-me sobre a mesa.
Nessa posição, ele iniciou uma foda na minha coninha, com estocadas fortes que me faziam morder os lábios e fechar os olhos em cada estocada que ele me dava, de modo a não perder a concentração de segurar o xixi dentro de mim enquanto ele me fodia até às entranhas.
Ele percebeu que eu me estava a segurar e não me estava a entregar ao momento mas como realmente ele queria fazer-me perder o controlo, resolveu mudar “a estratégia” e fazer algo que sabia que era o meu ponto fraco.
Fez-me virar e ficar deitada de costas em cima da mesa com as pernas sobre os ombros dele e foi passando a cabeça do pau na minha coninha.
E quando eu estava à espera que ele enfiasse aí, sinto aquela cabeça a encostar no meu cuzinho e, numa estocada, enfia metade, fazendo-me soltar um gemido mais alto mas também algumas pinguinhas de xixi.
Reclamei dizendo que assim não ia aguentar e me ia mijar toda, ao que a resposta dele foi que era isso mesmo que queria e, com os dedos dele, começou a mexer-me no clitóris enquanto começava um vai e vem devagar até sentir o meu cuzinho bem acostumado.
Assim sentiu que eu estava totalmente entregue, iniciou uma foda no meu cuzinho sem qualquer cerimónia, sentia o pau dele todo enterrado em mim e só se ouvia o barulho dos nossos corpos a chocarem um no outro juntamente com os nossos gemidos.
Ele metia com tanta força que eu não conseguia respirar, quanto mais segurar o meu xixi.
E por isso o primeiro jacto saiu, sem qualquer controlo meu, tento respingado para a barriga dele e escorrido ao que ele geme e diz “bem quentinho”.
Admito que todo aquele ambiente, toda aquela cena, toda aquela experiência, juntamente com o meu cuzinho que estava ali a ser “massacrado” fez-me totalmente deixar-me ir.
O extase dominou o meu corpo atingindo-me com tanta força que me vim num orgasmo ruidoso, arqueando as minhas costas e com os dedos dos pés encolhidos devido ao prazer.
e ainda… com todo o meu mijo a escapar-se das minhas entranhas e a molhar a barriga do YL bem como a escorrer até ao seu pau que, por essa altura, tinha aumentado o ritmo das estocadas e se estava a vir numa esporradela bem no fundo do meu cuzinho, acabando por se deixar “cair” sobre mim que ainda me encontrava deitada de costas na mesa.
Quando recuperámos o fôlego, ele agradeceu-me por lhe ter realizado a fantasia e pediu-me para repetir mais vezes assim.
Admiti que também tinha gostado mas que, naquele momento, tínhamos de pensar era em limpar o local.
E claro que depois aquela prática deixou de ser uma fantasia dele e passou a ser algo que repetimos outras vezes, até com algumas variantes.


Nota: Meu querido YL, estejas tu onde estiveres, faz hoje anos que partiste, o post de hoje é exclusivamente dedicado a ti, juntamente com a música (https://www.youtube.com/watch?v=NbqoM8cykBA) que tantas vezes me sussurraste ao ouvido durante aqueles 3 anos.

Beijos da vossa 💋Maria dos Prazeres💋


sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Coisinho



Estava eu ainda no meu anterior local de trabalho, quase no final da tarde, recebi uma mensagem de um “amigo” a perguntar se dava para ainda naquele dia estar com ele.
O meu dia tinha sido muito atarefado e ainda ia continuar a ser mesmo saindo do local de trabalho e ficou combinado apenas uma coisa rápida, segundo ele até podia ser só um broche, ele ía buscar-me ao comboio e depois íamos um recanto nosso conhecido.
Quando saí do meu trabalho avisei-o e lá estava ele à porta da estação de comboios à minha espera no carro.
No entanto, quando me aproximo, fico espantada pois ele não estava sozinho, estava com um amigo.
Entrei no carro, para a parte de trás visto que o amigo estava sentado no banco do pendura na parte da frente.
Perguntei se havia alguma coisa na nossa combinação que me tivesse escapado.
Ele respondeu que não mas que já me explicava pelo caminho.
Lá arrancámos em direcção ao recanto e então ele lá me explicou que o amigo dele (que eu não conhecia e que tinha um aspecto bem jovem) tinha um problemazinho e se eu podia dar uma ajudinha.
Naturalmente passei-me, barafustei, discuti mas, nos entretantos, já tínhamos chegado e o carro já estava parado.
Ele abriu a porta, saiu do banco do condutor e eu sai do banco traseiro do carro tendo continuado a barafustar com ele, agora já na rua.
Num jeito de me “acalmar” mas me excitar ao mesmo tempo, ele falava comigo mas sempre a tocar-me, a amassar-me, a tentar beijar-me e continuava a argumentar que era um problemazinho e chamou o “A” para sair do carro e mostrar.
Relembrando que já passava do final da tarde e a luz do dia já era um lusco-fusco, então o amigo dele “A” saiu do carro, já vinha com as calças desapertadas e, num gesto, baixou as calças e vi o problemazinho.
Era mesmo uma coisinha.
Admito que, mesmo até ao dia de hoje, foi mesmo a coisinha mais pequena que vi.
Ele mexeu no pauzinho dele que dava sinais de estar enteseado e, mesmo assim, era apenas quase do tamanho do meu dedo do meio…
diz-me o meu “amigo”: “vês o problemazinho?”
“e que tenho eu a ver com isso?”
“não sejas mázinha. Dá-lhe uma ajudinha, por causa disso ele quase não consegue estar com ninguém, na altura cortam-se, ele tem pouca experiência e muita vontade.”
E enquanto me dizia isto, tinha-se colocado atrás de mim, com o corpo dele colado ao meu e com as mãos dele já a mexerem-me nas mamas por cima do top que eu usava.
“o combinado era sermos nós a fazermos algo rápido, tu até sugeriste que podia ser só um broche”
“então e faz um broche na mesma mas a ele”
E nisso as mãos dele já tinham levantado o meu top e o meu soutien, ficando eu com as mamas totalmente à mostra e já com os biquinhos duros.
“vá lá putinha, eu sei que gostas de mamar”, puxava e retorcia os meus biquinhos enquanto me sussurrava ao ouvido e mordiscava a minha orelha.
Quando olhei, o A já se tinha aproximado de nós tendo ficado de frente para mim e com a mão esquerda começou a mexer-me nas mamas enquanto com a mão direita punhetava o seu coisinho.
Estando as minhas mamas entregues às mãos do A, o meu “amigo” levou a mão dele até entrar dentro das minhas calças e das minhas cuecas e tocar-me na coninha.
“até já estás molhadinha, vá lá” e começou a mexer no meu botãozinho tendo arrancado de mim alguns gemidos e mais líquidos que já escorriam de mim e ainda me baixou um pouco as calças.
Num gesto impulsivo, coloquei a minha mão direita no coisinho e com a mão esquerda orientei o A para se encostar ao carro.
Bati uma breve punheta ao A e, apesar de ainda relutar um pouco, baixei-me e abocanhei o coisinho que, sem qualquer problema, entrou logo todo na minha boca.
Mamei da melhor forma que consegui mas que, para o A, estava a ser bom pois ele gemia bastante e ainda colocava a mão na minha cabeça.
Quanto ao meu “amigo”?
Não, ele não ficou a ver a cena.
Ele veio por trás de mim, baixou-me o resto das calças juntamente com as cuecas e começou a pincelar na minha coninha o pau dele já com o preservativo metido.
Por instinto, dobrei-me de modo a ficar empinada para facilitar-lhe a entrada mas para continuar a mamada no coisinho.
O “amigo” não se fez de rogado, mirou o seu pau (que de coisinho não tinha nada) e enfiou-o na minha coninha numa só estocada, tendo-me feito desequilibrar e ido com o corpo para a frente, tendo ficado com a minha cara a bater na barriga do A e com o coisinho totalmente na boca (o que não era difícil).
Para não perder o momento, apoiei as minhas mãos no carro onde o A estava encostado e assim continuei a mamar no coisinho do A e a levar na coninha com o bom coiso do “amigo”.
A sorte era realmente ser final do dia, num total lusco-fusco e num recanto nada movimentado pois ali estávamos naquela cena, comigo debruçada a mamar no coisinho do A que me agarrava a cabeça e anunciava o seu orgasmo que terminou com uma esporradela com pouco leite; e com o “amigo” com as mãos a agarrar-me o meu rabo grande enquanto arfava bem alto e me fodia a cona com toda a força, arrancando de mim fortes gemidos até ambos nos termos vindo e ele se esporrado na borrachinha.
No fim, o A agradeceu eu ter sido simpática com ele.
A minha vontade era ter respondido que a sorte do momento foi o nosso amigo comum ter entrado em acção senão tinha sido uma coisa bem fraquinha.
Mas, como até tento ser mesmo simpática, nada respondi e apenas sorri.
Embora depois, mais tarde, tenha discutido com o meu “amigo” mas que, no final, valeu uma valente foda mas foi outra aventura 😉
Beijo da vossa 💋Maria dos Prazeres💋

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Apenas dizer que…



Já devem ter percebido que a disponibilidade para andar pelo blog não tem sido muita, afinal organizar o trabalho, a casa, enfim, toda a vida, ocupa bastante tempo.
E o tempinho que sobra aproveito para coisinhas boas pois as oportunidades e os bocadinhos são para serem aproveitados e uma foda perdida não é mais recuperada 😉

E, além disso, há lá melhor técnica para exorcizar os demónios do dia a dia do que uma boa foda, mesmo que seja coisa rápida? 😉

Ou até mesmo que seja apenas colocar em prática a arte do bem mamar num pau duro, envolvendo-o com os lábios, começando a chupar até ir enfiando, bocadinho a bocadinho, na boca (mas sem garganta funda…), metendo e tirando, sugando e devorando até terminar no derrame de leitinho na minha cara 😃

Digam lá se há melhor maneira de exorcizar o corpo e aliviar o stress da cabeça?
Até porque já os velhos ditados dizem: pessoa bem f….exorcizada, é pessoa satisfeita 😉

Beijos da vossa 💋Maria dos Prazeres💋

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Visualizações


Ora hoje não vou publicar nenhuma aventura, até porque hoje não estou com espírito para escrever sobre esse assunto.
Mas, no meio de um dia que me deixou com o ânimo em baixo, chegar ao blog e ver as estatísticas deixou-me contente.

Conforme mostra a imagem acima, o blog já passou das 23 mil visualizações, o que é muito bom, é sinal que muitas pessoas andam a ler o que por aqui se passa neste cantinho de leitura.
O meu obrigada a todos que passam por aqui, prometo que irei continuar a contar as minhas pequeninas aventuras.

Beijos da vossa 💋Maria dos Prazeres💋



domingo, 19 de agosto de 2018

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Tu ou Você?



Antes de passar ao assunto deste post, quero agradecer a todos os leitores.
O blog tem poucos comentários mas sei que tem muitos leitores tendo em conta a enchente de emails que recebo na conta no blog 😊

E isso leva ao assunto deste post que é o tratarem-me por você ou tratarem-me por tu.

Meus queridos, tratem-me por tu.
Eu percebo que alguns dos que lêem não me conhecem e o tratarem por você é sinal de respeito. E eu agradeço.
Mas acreditem que eu prefiro que me tratem por tu.
Para formalidades já me bastam as necessárias em questões profissionais.
E, além disso, o “você” faz parecer que já tenho assim uma idadezita mais madura, para lá caminho (como qualquer pessoa caminha) mas por enquanto ainda me sinto bem jovem 😊

Por isso, a partir de agora, quando quiserem falar comigo no que diz respeito ao assunto bom que se fala aqui no blog, podem tratar-me por tu e deixar de lado a parte do “Maria você isto ou aquilo”, combinado? 😉
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄


quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Mimada



Um “amigo” de longuíssima data, homem maduro, envia mensagem preocupado comigo por causa do calor imenso e por eu ter estado uns dias sem lhe responder.
Iniciámos então uma troca de mensagens no whatsapp até que chegámos ao assunto mais quente que o calor da época.
Pergunta-me se, mesmo estando afectada pelas temperaturas, não sinto vontade de outras coisas.
Ao que lhe respondo que sim mas que ele sabia que eu não me podia dar a esse luxo por causa da minha saúde vir a poder sair prejudicada “a menos que seja algo meiguinho”, terminei eu assim a frase que lhe enviei.
A intenção da minha frase era dissuadir qualquer ideia visto que ele até gosta de coisas mais brutas mas…saiu ao contrário.
Porque o “amigo” responde-me que me podia ajudar com isso, que também sabia ser meiguinho e dar miminhos.
Claro que está que continuámos a conversa de modo bem quente e combinámos de ele me vir buscar logo a seguir ao almoço pois era quando ia dar para uma escapadinha.
Há hora combinada, ele já estava à minha espera fora do carro e dá-me um forte abraço quando me aproximei.
“para quem ia ser meiguinho, ias-me esmagando”
“lá estás tu sempre a ser sarcástica, só fiquei satisfeito de te ver bem”
“ah foi por satisfação, ficaste satisfeito com um abraço”
“e continuas, vamos mas é andando. Vamos para um cantinho?”
“sim, não sei o que pretendes com as tuas meiguices mas se um cantinho dá, bora lá”
Fomos até ao sitiozinho que já tínhamos estado, ficando dentro do carro.
Do abraço esmagador, passámos aos beijos e amassos, com as mãos a tocar ambos os corpos.
Enquanto a boca dele passeava pelo meu pescoço, as mãos dele já tinha colocado as minhas mamas para fora do top e do soutien e brincava com elas do modo como ele sabia que eu gostava, puxando e torcendo os biquinhos para me deixar ainda mais excitada.
Não tendo eu muito jeitinho para estar paradinha só a receber, as minhas mãos foram desapertando as calças dele para lhe tirar o pau para fora.
Assim que o pau saltou para fora, fiz o gesto de querer me debruçar para o abocanhar.
“está quietinha” forçando-me a ficar ali no banco e voltando a beijar-me.
Interrompo o beijo e digo pergunto porque não me deixa.
“não é para ser algo meiguinho? Então é para ser para ti o mimo”
“mas isso também é um mimo”
“deixa o sarcasmo. Podes usar a tua mão mas o resto faço eu, hoje as regras são estas”
Então a minha mão esquerda começou a bater-lhe uma punheta, enquanto a boca dele estava nas minhas mamas ora a lambê-las ora a mordiscar os biquinhos.
A mão dele já tinha entrado nas minhas calças e começava a tocar-me no clitóris, bem lentamente, fazendo ora movimentos circulares à sua volta ora uma leve pressão sobre ele.
Até que começa a descer a mão e enfia um dedo na minha cona, fazendo-me gemer.
Lentamente retira o dedo, diz “já gemes, então e assim?” e enfia novamente mas agora enfia dois dedos na minha cona.
E inicia um vai-e-vem enfiando aqueles dedos ate ao fundo na minha coninha, fazendo-me contorcer de tesão.
Diminui as estocadas com os dedos, retira-os de dentro de mim e leva os seus dedos até à minha boca, onde chupo e lambo aqueles dedos com o meu próprio sabor.
“putinha, lambe agora os dedos que ainda há mais. Desce o resto das tuas calças ou tira-as mesmo.”
Obedeci, tirei de vez as calças e ele aproveitou para descer mais o meu banco, fazendo-me ficar mais inclinada mas até melhor posicionada, não só para receber os dedos dele, como também para a minha mão lhe continuar a bater uma.
A boca dele voltou a atacar os meus biquinhos das mamas enquanto a mão dele voltou a tocar a minha coninha, enfiando logo os dois dedos bem fundos.
“isso, fica bem molhadinha, deixa escorrer bem”
Vai retirando os dedos e com o que escorria da cona, vai enfiando um dedo no meu cuzinho, o meu ponto fraco que ele bem conhecia, arrancando de mim um gemido mais sonoro mas também um gemido dele pois, por reflexo, acabei por dar um pequeno apertão no pau dele que ainda estava a ser punhetado por mim.
“putinha abranda senão venho-me já”
Abrandei os movimentos da punheta e deixei-me levar pelas estocadas que ele dava com o dedo dele no meu cuzinho que, rapidamente, passaram a ser dois dedos e depois três dedos.
Três dedos a foderem-me o cuzinho e o dedo polegar dele a pressionar o meu clitóris.
O que escorria de dentro de mim era tanto que ajudava ainda mais a que os dedos entrassem bem no meu cuzinho, fazendo-me gemer, gritar, contorcer, tremer de tesão, anunciando que o meu orgasmo estava quase.
Ele percebendo, num movimento brusco, enfia de uma só vez os três dedos no meu cuzinho e mantêm o polegar a pressionar o meu botãozinho, fazendo com que, num impulso, eu gritasse e agarrasse o braço dele, tendo-o arranhado.
“cabra” disse ele mas aguentou as minhas unhas ali fincadas no braço deixando-me aproveitar bem o meu orgasmo.
Aos poucos recuperei e sai do transe orgásmico e foi quando vi que realmente ele tinha ficado com o braço marcado e que eu ainda segurava o pau dele que implorava para se esporrar.
Sem trocarmos nenhuma palavra, continuei a punhetá-lo não tendo demorado nada para que três jactos de esporra saíssem daquele pau em direcção às minhas mamas.
E enquanto espalhava o creme dele nas minhas mamas, agradeci por ter sido bem mimada.
Beijo da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

terça-feira, 31 de julho de 2018

A adrenalina dele



Voltando ao tempo em que acompanhava as situações de trabalho da Boazona.
Numa época diferente, o P (da publicação anterior) teve de sair do staff porque lhe surgiu uma excelente oportunidade de trabalho a tempo inteiro.
Então a boazona ficou sem um membro na equipa e teve de arranjar à pressa alguém para o substituir naquele dia (porque realmente era uma posição essencial).
Tão em cima da hora, não conseguiu ninguém a não ser o T, um antigo membro da equipa que já esteve por lá no passado e, diga-se, era um excelente profissional.
Ora, nesse dia, como se costuma dizer, era mais uma moedinha, mais uma voltinha, lá fomos nós para mais uma situação de trabalho da boazona mas, dessa vez, como não era um sitio demasiado longe, fomos e viemos no mesmo dia.
Apesar que, cada situação de trabalho acabava de madrugada, então a viagem de regresso foi igualmente feita durante a madrugada.
Em toda a equipa do staff, só duas pessoas é que conduziam e iam-se revezando.
Mas, a dada altura, mesmo essas duas pessoas acusaram o cansaço e combinámos de parar na próxima estação de serviço para se descansar um pouco no estacionamento.
Assim se fez.
Parámos, saímos todos do carro para nos esticarmos, duas pessoas foram à casa-de-banho, o resto ficámos ali na rua.
Quando as duas pessoas regressaram, voltámos a entrar na carrinha e escusado será dizer que o pessoal adormeceu mesmo durante um bocado, menos eu que realmente não consigo dormir assim e menos o T.
Ao fim de uns minutinhos, o T abriu devagarinho a porta do lado dele da carrinha, saiu e foi-se sentar no degrau do passeio a fumar um cigarro e a apanhar o ar da madrugada.
E eu estava do meu lado, também acordada, mas ainda dentro da carrinha, a vê-lo.
Ele percebeu que eu também estava acordada e, com a mão, começou a fazer sinal para eu sair, para eu ir até lá.
De inicio abanei a cabeça a dizer que não mas, na verdade, eu também estava ali sem conseguir dormir, dentro daquela carrinha.
Então devagarinho para não fazer barulho (ou fazer o mínimo de barulho possível), lá sai da carrinha e fui fazer companhia ao T.
Ficámos ali um bocado na conversa da treta mas depois eu queixei-me que já estava a sentir as pernas dormentes de estar ali sentada.
Então ele sugeriu que fossemos dar uma voltinha por ali à volta da carrinha e de alguns camiões de transporte que estavam ali também a descansar naquela área de serviço.
Andámos mesmo ali às voltinhas porque era de noite cerrada e, sem serem os camiões ali estacionados, não havia mais nada ali, a menos que nos fossemos enfiar dentro do café da estação de serviço, o que não fizemos.
Mas nessas voltinhas (e andávamos mesmo em círculos por entre uns camiões e outros), continuámos a conversar de banalidades, sendo que uma coisa que ele dizia é que ainda estava com muita adrenalina da situação de trabalho, por isso é que não conseguia ir dormir um bocado.
Eu também disse realmente assim também não conseguia dormir mas que ele depois ainda ia ter sorte porque quando chegasse a casa ia ter a M (namorada dele na altura) para o ajudar a gastar essa adrenalina.
Ao que ele vem com aquela conversa tão típica dos homens (desculpem lá homens mas a vossa conversa é sempre igual) de que as coisas não estavam bem com a M e que não ia gastar a energia, enfim, a lenga-lenga do costume que contam sempre.
Então aqui a Maria, fez de conta que estava com muita peninha dele, e resolveu perguntar se ele queria ajuda para gastar essa energia e extravasar a adrenalina.
Convém recordar que estávamos ali na rua, no estacionamento da área de serviço, com vários camiões estacionados e nós andávamos apenas ali à voltinha dos camiões.
Então qual seria a solução para extravasar a adrenalina?
Atracámo-nos aos amassos um ao outro, mão aqui, mão ali, língua pra fora, língua lá dentro, até que nos encostámos à lateral de um dos camiões e ficámos ali mesmo entre as laterais de dois camiões.
Logicamente que o local não era nada o melhor, a hora não era a melhor, então não dava para quase nada, apenas para aquilo que tinha sido dito, que era ajudá-lo com a energia dele e, por isso mesmo, eu já tinha metido a minha mãozinha para tirar o pau dele para fora que, nessa altura, já apresentava sinais de grande rigidez.
Agarrei-o à mão cheia pois a verdade é que a minha mão ficou bem cheia com aquela grossura mas não me fiz de rogada, fui acariciando aquele mastro e aquelas bolas bem cheias, começando a punhetá-lo.
Quando o senti bem duro, baixei-me e mamei-o fazendo a minha boca subir e descer naquele pau enquanto ele segurava nos meus cabelos.
Lambia todo o comprimento daquele pau, depois voltava a enfiar na boca intercalando as chupadelas ora no pau ora nas bolas, ora lambia a cabecinha, ora batia com aquele pau na minha cara, arrancando dele gemidos que… se tornaram demasiado sonoros e fez com que alguma das pessoas que devia estar a descansar naqueles camiões estacionados, fizesse barulho e nos fizesse recordar que estávamos ali, na rua, de madrugada, entre as laterais de dois camiões.
Percebendo que não podíamos demorar muito mais, aumentei a velocidade da mamada sentindo o pau dele engrossar ainda mais.
Sinto o seu pau pulsar, antecipando a esporradela que viria logo a seguir.
Tirei-o da boca e mirei aquela cabeçorra na minha cara, onde recebi toda a esporra quentinha acompanhada de um forte gemido dele (que depois me contou que não se conteve de fazer barulho e que se voltou a esquecer dos tais camionistas que estavam ali).
Antes que alguém reclamasse daquele gemido dele, arranjámo-nos como deu e saímos do meio daqueles camiões.
Fomos andando de volta à carrinha onde o restante pessoal ainda estava a dormir, embora tivessem depois acordado quando entrámos.
Retomámos a viagem de regresso, sendo que o T acabou por adormecer pois a sua adrenalina já tinha sido aliviada.
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

Nota: por motivos de trabalho muito complicado, só 5a ou 6a feira haverá aqui nova publicação, espero que entendam

segunda-feira, 30 de julho de 2018

2a feira

hoje não tenho tempo para escrever aqui um relato, até estou super atrasada, afinal há que trabalhar pois férias não é para todos.
Mas vou com este desejo na cabeça:
Canzana-me 😉
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄




sábado, 28 de julho de 2018

Sobre o Anonimato


Eu que pensava que neste fim de semana não ia escrever nada aqui no blog mas afinal há um pequenino assunto que me leva a escrever neste sábado.

Quem passa por este blog e quem me conhece pessoalmente, percebe que aqui não há vergonhas, não há tabus, não há objecções, a regra é “entre duas pessoas adultas vale tudo desde que ambos estejam de acordo”.
Mas também quem me conhece pessoalmente sabe que eu sou a discrição e o anonimato em pessoa.
A regra da discrição, do sigilo e do anonimato estão acima de tudo.
Não haverá divertimento se uma das partes envolvida não souber manter a discrição, não souber manter o anonimato.
É verdade que disse mais acima “pessoas adultas” e podem pensar assim: “então se as pessoas são adultas ninguém tem nada a ver com isso”.
Verdade mas isso não quer dizer que os assuntos sejam tornados públicos, ou sejam comentados fora dos sítios próprios, ou sejam falados em locais que não são os próprios, ou sequer sejam misturados.
Pois, para quem ainda não reparou, vivémos em 2018 mas a cabecinha do povo português ainda tem uma mentalidade antiquada.
Por isso sempre toda a minha vida (mesmo desde sempre) eu não misturo assuntos, eu não misturo áreas da vida e nem falo de umas coisas com outras e é assim que vou manter a minha vida, sem misturas de nada.
Dito isto, aqui neste blog e nalguma rede social sobre este assunto, eu sou a Maria dos Prazeres e, até mesmo para alguns que poderão vir a conhecer, serei a Maria.
Quem sou, onde estou, o que faço, onde ando, não diz respeito a ninguém e não interessa para os intervenientes das aventuras e, precisamente, para haver aventuras nenhuma dessas informações é importante ou relevante.
E, para quem já me conhece e percebe que eu sou a mesma pessoa que é a “Maria dos Prazeres”, a situação é igual: sigilo e discrição sobre o assunto pois o anonimato é o ponto essencial e só aceito falar do assunto pessoalmente ou, no máximo, pelo telemóvel, nunca por email pessoal, facebook pessoal, messenger pessoal, nada.
Se realmente é para haver alguma diversão, então respeitem isso e até aproveitem o sigilo.
Pois a ideia é haver um encontro livre de preconceitos, livre de vergonhas, livre de tabus, onde haverá sexo puro e duro, dando asas à imaginação e gostos das pessoas e com a certeza de que, o que acontecer entre as pessoas envolvidas com a “Maria dos Prazeres”, ficará no segredo dos deuses.
Da mesma forma que não aceito pressões nem obsessões.
Se eu quisesse isso, eu estaria num relacionamento fixo com alguém.
Mas eu dou muito valor a ser uma mulher independente, que só está com alguém quando eu quero, quando eu posso e quando me apetecer.
E mesmo que venha a estar com alguém uma vez, não significa que isso vire obsessão e obrigação e tenha de estar com esse alguém mais vezes.
Pessoas obsessivas, possessivas ou insistentes, também serão dispensadas.
Já basta a sociedade nos prender de alguma forma e ainda se ver com maus olhos certas coisinhas ou certas diversões, vamos mas é aproveitar a liberdade que o sigilo e o anonimato nos dá para fazer o que nos apetecer a nível de divertimento sexual entre adultos.
Bom fim de semana
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

sexta-feira, 27 de julho de 2018

A Massagem


Ora bem, lembram-se da Boazona da minha aventura com o “Espanhol”?
Pois é, a Boazona era unha-com-carne comigo, erámos quase irmãs sem ser do mesmo sangue e, à conta disso, eu acompanhava-a nalgumas situações do trabalho dela pois o trabalho dela implicava andar por vários pontos do país acompanhada pelo staff dela.
E que belo staff que ela tinha mas…aqui a Maria fazia de tudo para se portar bem, afinal profissionalismo acima de tudo.
Num dia de calor, lá nos fizemos à estrada todos na sua carrinha mas o calor era muito e a distância era igualmente muita, aquilo era quase pra lá do cú-de-judas.
Mas chegámos lá, embora todos estafados, todos moídos da viagem.
Cumprimentos feitos, a Comissão foi-nos mostrar o local onde iriamos descansar (a Boazona e o seu staff), descansar e pernoitar visto que aquilo era realmente longe, a Comissão sabia disso, daí o local para pernoitar estar incluído que, apesar de local modesto, era mais do que suficiente.
Lá fomos, meninos do staff (dois meninos) para um quarto, meninas para o outro quarto (a boazona, eu e a menina do staff).
Depois de instalados, a menina do staff diz que vai até ao outro quarto ver um dos meninos que era seu namorado.
O que deu origem a que o 2º menino (vamos aqui chamá-lo de P) nos viesse bater à porta pois saiu do outro quarto para dar privacidade ao casalinho.
Então ficámos ali no quarto os três a conversar com a tv a passar qualquer coisa mas bem baixinho, ao que a Boazona se queixa que está cansada e com dores no pescoço e nas costas.
Como o P é muito bom com as mãos (era mesmo, acreditem), prontificou-se a dar-lhe uma massagem relaxante.
E assim a Boazona teve as mãos do P no seu pescoço, nos seus ombros, na sua lombar, a ponto de se sentir bem relaxada e deixar-se ficar ali a aproveitar o momento, deitadinha de barriga para baixo numa das caminhas do quarto.
Não sei porque motivo, não sei se era pelo calor, se era pelo ambiente que se criou, não sei se era por a cena estar a acontecer mesmo ali ao pé de mim, eu que estava deitada na minha cama, comecei a sentir uns calores e uma humidade que parecia que tinha bicho-carpinteiro e que não conseguia sossegar na cama.
O P percebeu o meu desassossego e disse que, se eu quisesse, a seguir podia fazer o mesmo a mim.
Como o tempo já tinha passado e o relaxamento era tanto, a Boazona já tinha adormecido e eu baixinho respondi ao P que não, que estava bem assim.
Ele encolheu os ombros e, durante mais uns minutos, continuou a massajar a Boazona mas olhava sempre para mim pois eu continuava desassossegada, inquieta, a pressionar e a roçar as pernas uma na outra, tal era o turbilhão em que o meu clitóris já se encontrava.
Para tentar disfarçar, virei-me na cama, ficando de costas para o cenário da massagem e fiquei apenas concentrada no ruído de fundo da tv que estava ligada baixinha.
Assim, nem me dei conta que o P se aproximou e colocou as suas mãos em cima dos meus ombros que provocou uma espécie de choque eléctrico, não sei se pela surpresa do acto se pelo calor das suas mãos em cima de mim.
E, por incrível que pareça, o momento aconteceu sem nenhum dizer uma só palavra naquela altura.
Começou a massagem onde tinha as mãos, no meus ombros, subi até ao pescoço.
As mãos do P eram grandes mas leves e firmes ao mesmo tempo, eu sentia cada tensão a desaparecer e a aparecer cada vez mais a tesão.
As suas mãos massajavam do ombros ao pescoço, do pescoço aos ombros até que vai baixado as mãos dele para o resto dos meus braços, no fundo estava a ser uma massagem bem tradicional até ao momento…
Ate ao momento que, quando baixa as mãos ate aos meus braços, estica os dedos e com a ponta dos dedos me toca ao de leve nas mamas.
Nesses segundos pensei que tinha sido mero acaso pelo movimento das massagens mas voltou-se a repetir e a repetir e eu percebi que afinal não era mero acaso e deixei que ele repetisse…
E num desses movimentos em que me toca de leve nas mamas, o P aproxima o seu rosto do meu pescoço e fico a sentir a sua respiração já a ficar alterada sobre a pele da minha nuca.
Aquilo arrepiou-me e, como que por instinto, cada uma das minhas mãos agarrou as mãos dele e as puxaram com toda a força para as minhas mamas.
E as mãos dele, que até àquela altura apenas tocavam ao de leve, agora agarravam as minhas mamas de forma bruta, enquanto aquilo que era a respiração dele sobre a minha pele tornou-se num chupão dele igualmente na minha nuca.
Aqueles breve segundos de luxúria foram interrompidos por um ronco… afinal tinhamo-nos esquecido que a boazona estava a dormir mesmo ali na cama ao lado, relaxada pela massagem do P mas o seu ressonar alto fez com que nos lembrássemos dela naquele momento.
Com aquele ronco “acordámos” daquele momento e quando nos olhámos apeteceu-nos dar gargalhadas mas não podíamos, afinal a intenção era deixar a boazona descansar.
Mas a excitação continuava e nele então era bem visível…
Num acto totalmente inconsciente, levantámos da cama sem fazer barulho e metemo-nos na casa-de-banho do quarto.
Bruscamente ele agarra-me com uma mão e com a outra tranca a porta.
Vira-me para ele e as mãos dele apertam-me as mamas enquanto nos beijamos sofregamente.
A língua dele vai da minha boca ate ao meu pescoço, desce um pouco ate às minhas mamas que nessa altura já estavam de fora enquanto as minhas mãos também passeiam por todo o seu corpo também o ajudando a livrar de alguma roupa e para tirar para fora o pau dele, bem duro e a pingar.
Entre os passeios das nossas mãos e os beijos, ele vira-me de costas para ele, encosta-se a mim para eu o sentir já mais do que duro, forçando-me contra o lavatório, baixa-me as calças, mete de uma só vez dois dedos na coninha e murmura que está encharcada.
Num movimento rápido, penetra-me com força que me fez soltar um grito que foi abafado pela mão direita dele, enquanto a sua mão esquerda me segura no rabo enquanto me fode fortemente e sussurra nos meus ouvidos para eu não fazer barulho e aos poucos a sua mão vai deixando de tapar a minha boca e passa a puxar-me os cabelos para trás, aumentando o ritmo da foda que acaba por me fazer vir rápida mas intensamente, deixando o pau dele a escorrer por causa dos meus líquidos.
P murmura que também se vai vir e, de imediato, baixo-me e abocanho o pau dele, sentindo o meu sabor e espalhando os meus líquidos com a minha saliva por ele todo até escorrer até às suas bolas, que nessa altura já estavam a ser massajadas pela minha mão esquerda, enquanto a minha mão direita ajudava o que a minha boca já fazia ao suga-lo, de modo a acelerar os movimentos.
Entre gemidos e palavras sem nexo, P diz que se vai vir, dei uma última mamada no seu pau e sentiu estremecer, acabando com a minha mão por mirar aquele jacto de esporra em toda a minha cara, deixando-me bem lambuzada.
Recompusemo-nos, sendo que eu fiquei ali mesmo na casa-de-banho porque disse que ia tomar um duche e ele saiu em silêncio do quarto pois a boazona continuava ali a descansar (e a ressonar).
Nesse resto de dia, as coisas correram normalmente embora sempre com algumas trocas de olhares cúmplices mas nunca mais voltou a acontecer nada entre aqui a Maria e o P, apesar de que depois trocámos muitas mensagens sobre o assunto mas, por um lado na altura ele tinha uma namorada que, de vez em quando, aparecia nos locais em que estávamos e depois porque eu não queria fazer nada que pudesse causar um embaraçoso no ambiente de trabalho da Boazona.
Embora, com o P não voltou a acontecer, mas aconteceu com outro elemento do staff da boazona.
Mas isso fica para o post seguinte.
Bom fim-de-semana, até 2a feira, divirtam-se muito 😜

Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Leituras de Verão

Leituras de Verão…
Foi o que me lembrei que vos podia deixar aqui.
Pois é, o tempo não é muito aqui para os lados da Maria e o blog tem andado muito parado.
Como disse na publicação anterior, para haver tempo para umas coisas boas, depois não há quase tempo para outras coisas (embora também boas).
E, como já disse a algumas pessoas que conhecem a Maria, eu não gosto de escrever só por escrever, não gosto de debitar palavras sem sentido.
Gosto de escrever para que aqui seja o local onde vocês, seguidores, encontrem relatos das minhas aventuras traduzidas em textos onde vocês próprios se possam sentir quase como os protagonistas das aventuras, com todo o desenrolar por palavras até chegarem, como eu cheguei naquelas alturas, ao delicioso orgasmo.
Fiquem por aqui a seguir este blog e deixem-se levar até ao prazer supremo.
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄




quinta-feira, 14 de junho de 2018

Prioridades II



Ora eu tinha dito que no início do mês ia haver publicações novas com mais relatos meus mas a verdade é que o tempo não tem dado para tudo.
Era bom que o tempo esticasse

mas não estica
e para haver tempo para algumas coisas

depois não há tempo para outras.
E algumas coisas têm mais prioridades do que outras.

Mas espero em breve conseguir mais tempinho para vos vir contar mais coisinhas.
Beijo das vossa 👄Maria dos Prazeres👄

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Prioridades


Meu Queridos Seguidores.
Fico contente por receber muitos emails vossos e é precisamente por receber tantos emails a perguntar porque deixei de publicar que estou a escrever hoje.
Eu não deixei de publicar.
Simplesmente tive de fazer uma pausa e dar prioridade e tempo a outros assuntos.
E, depois, como é lógico, o tempo não dá para tudo e foi o blog que sofreu e que ficou parado.
No entanto, espero que, no inicio do próximo mês, já consiga ter um bocadinho de tempo e de cabeça para voltar a publicar coisinhas boas por aqui 😉
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄