terça-feira, 31 de julho de 2018

A adrenalina dele



Voltando ao tempo em que acompanhava as situações de trabalho da Boazona.
Numa época diferente, o P (da publicação anterior) teve de sair do staff porque lhe surgiu uma excelente oportunidade de trabalho a tempo inteiro.
Então a boazona ficou sem um membro na equipa e teve de arranjar à pressa alguém para o substituir naquele dia (porque realmente era uma posição essencial).
Tão em cima da hora, não conseguiu ninguém a não ser o T, um antigo membro da equipa que já esteve por lá no passado e, diga-se, era um excelente profissional.
Ora, nesse dia, como se costuma dizer, era mais uma moedinha, mais uma voltinha, lá fomos nós para mais uma situação de trabalho da boazona mas, dessa vez, como não era um sitio demasiado longe, fomos e viemos no mesmo dia.
Apesar que, cada situação de trabalho acabava de madrugada, então a viagem de regresso foi igualmente feita durante a madrugada.
Em toda a equipa do staff, só duas pessoas é que conduziam e iam-se revezando.
Mas, a dada altura, mesmo essas duas pessoas acusaram o cansaço e combinámos de parar na próxima estação de serviço para se descansar um pouco no estacionamento.
Assim se fez.
Parámos, saímos todos do carro para nos esticarmos, duas pessoas foram à casa-de-banho, o resto ficámos ali na rua.
Quando as duas pessoas regressaram, voltámos a entrar na carrinha e escusado será dizer que o pessoal adormeceu mesmo durante um bocado, menos eu que realmente não consigo dormir assim e menos o T.
Ao fim de uns minutinhos, o T abriu devagarinho a porta do lado dele da carrinha, saiu e foi-se sentar no degrau do passeio a fumar um cigarro e a apanhar o ar da madrugada.
E eu estava do meu lado, também acordada, mas ainda dentro da carrinha, a vê-lo.
Ele percebeu que eu também estava acordada e, com a mão, começou a fazer sinal para eu sair, para eu ir até lá.
De inicio abanei a cabeça a dizer que não mas, na verdade, eu também estava ali sem conseguir dormir, dentro daquela carrinha.
Então devagarinho para não fazer barulho (ou fazer o mínimo de barulho possível), lá sai da carrinha e fui fazer companhia ao T.
Ficámos ali um bocado na conversa da treta mas depois eu queixei-me que já estava a sentir as pernas dormentes de estar ali sentada.
Então ele sugeriu que fossemos dar uma voltinha por ali à volta da carrinha e de alguns camiões de transporte que estavam ali também a descansar naquela área de serviço.
Andámos mesmo ali às voltinhas porque era de noite cerrada e, sem serem os camiões ali estacionados, não havia mais nada ali, a menos que nos fossemos enfiar dentro do café da estação de serviço, o que não fizemos.
Mas nessas voltinhas (e andávamos mesmo em círculos por entre uns camiões e outros), continuámos a conversar de banalidades, sendo que uma coisa que ele dizia é que ainda estava com muita adrenalina da situação de trabalho, por isso é que não conseguia ir dormir um bocado.
Eu também disse realmente assim também não conseguia dormir mas que ele depois ainda ia ter sorte porque quando chegasse a casa ia ter a M (namorada dele na altura) para o ajudar a gastar essa adrenalina.
Ao que ele vem com aquela conversa tão típica dos homens (desculpem lá homens mas a vossa conversa é sempre igual) de que as coisas não estavam bem com a M e que não ia gastar a energia, enfim, a lenga-lenga do costume que contam sempre.
Então aqui a Maria, fez de conta que estava com muita peninha dele, e resolveu perguntar se ele queria ajuda para gastar essa energia e extravasar a adrenalina.
Convém recordar que estávamos ali na rua, no estacionamento da área de serviço, com vários camiões estacionados e nós andávamos apenas ali à voltinha dos camiões.
Então qual seria a solução para extravasar a adrenalina?
Atracámo-nos aos amassos um ao outro, mão aqui, mão ali, língua pra fora, língua lá dentro, até que nos encostámos à lateral de um dos camiões e ficámos ali mesmo entre as laterais de dois camiões.
Logicamente que o local não era nada o melhor, a hora não era a melhor, então não dava para quase nada, apenas para aquilo que tinha sido dito, que era ajudá-lo com a energia dele e, por isso mesmo, eu já tinha metido a minha mãozinha para tirar o pau dele para fora que, nessa altura, já apresentava sinais de grande rigidez.
Agarrei-o à mão cheia pois a verdade é que a minha mão ficou bem cheia com aquela grossura mas não me fiz de rogada, fui acariciando aquele mastro e aquelas bolas bem cheias, começando a punhetá-lo.
Quando o senti bem duro, baixei-me e mamei-o fazendo a minha boca subir e descer naquele pau enquanto ele segurava nos meus cabelos.
Lambia todo o comprimento daquele pau, depois voltava a enfiar na boca intercalando as chupadelas ora no pau ora nas bolas, ora lambia a cabecinha, ora batia com aquele pau na minha cara, arrancando dele gemidos que… se tornaram demasiado sonoros e fez com que alguma das pessoas que devia estar a descansar naqueles camiões estacionados, fizesse barulho e nos fizesse recordar que estávamos ali, na rua, de madrugada, entre as laterais de dois camiões.
Percebendo que não podíamos demorar muito mais, aumentei a velocidade da mamada sentindo o pau dele engrossar ainda mais.
Sinto o seu pau pulsar, antecipando a esporradela que viria logo a seguir.
Tirei-o da boca e mirei aquela cabeçorra na minha cara, onde recebi toda a esporra quentinha acompanhada de um forte gemido dele (que depois me contou que não se conteve de fazer barulho e que se voltou a esquecer dos tais camionistas que estavam ali).
Antes que alguém reclamasse daquele gemido dele, arranjámo-nos como deu e saímos do meio daqueles camiões.
Fomos andando de volta à carrinha onde o restante pessoal ainda estava a dormir, embora tivessem depois acordado quando entrámos.
Retomámos a viagem de regresso, sendo que o T acabou por adormecer pois a sua adrenalina já tinha sido aliviada.
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

Nota: por motivos de trabalho muito complicado, só 5a ou 6a feira haverá aqui nova publicação, espero que entendam

segunda-feira, 30 de julho de 2018

2a feira

hoje não tenho tempo para escrever aqui um relato, até estou super atrasada, afinal há que trabalhar pois férias não é para todos.
Mas vou com este desejo na cabeça:
Canzana-me 😉
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄




sábado, 28 de julho de 2018

Sobre o Anonimato


Eu que pensava que neste fim de semana não ia escrever nada aqui no blog mas afinal há um pequenino assunto que me leva a escrever neste sábado.

Quem passa por este blog e quem me conhece pessoalmente, percebe que aqui não há vergonhas, não há tabus, não há objecções, a regra é “entre duas pessoas adultas vale tudo desde que ambos estejam de acordo”.
Mas também quem me conhece pessoalmente sabe que eu sou a discrição e o anonimato em pessoa.
A regra da discrição, do sigilo e do anonimato estão acima de tudo.
Não haverá divertimento se uma das partes envolvida não souber manter a discrição, não souber manter o anonimato.
É verdade que disse mais acima “pessoas adultas” e podem pensar assim: “então se as pessoas são adultas ninguém tem nada a ver com isso”.
Verdade mas isso não quer dizer que os assuntos sejam tornados públicos, ou sejam comentados fora dos sítios próprios, ou sejam falados em locais que não são os próprios, ou sequer sejam misturados.
Pois, para quem ainda não reparou, vivémos em 2018 mas a cabecinha do povo português ainda tem uma mentalidade antiquada.
Por isso sempre toda a minha vida (mesmo desde sempre) eu não misturo assuntos, eu não misturo áreas da vida e nem falo de umas coisas com outras e é assim que vou manter a minha vida, sem misturas de nada.
Dito isto, aqui neste blog e nalguma rede social sobre este assunto, eu sou a Maria dos Prazeres e, até mesmo para alguns que poderão vir a conhecer, serei a Maria.
Quem sou, onde estou, o que faço, onde ando, não diz respeito a ninguém e não interessa para os intervenientes das aventuras e, precisamente, para haver aventuras nenhuma dessas informações é importante ou relevante.
E, para quem já me conhece e percebe que eu sou a mesma pessoa que é a “Maria dos Prazeres”, a situação é igual: sigilo e discrição sobre o assunto pois o anonimato é o ponto essencial e só aceito falar do assunto pessoalmente ou, no máximo, pelo telemóvel, nunca por email pessoal, facebook pessoal, messenger pessoal, nada.
Se realmente é para haver alguma diversão, então respeitem isso e até aproveitem o sigilo.
Pois a ideia é haver um encontro livre de preconceitos, livre de vergonhas, livre de tabus, onde haverá sexo puro e duro, dando asas à imaginação e gostos das pessoas e com a certeza de que, o que acontecer entre as pessoas envolvidas com a “Maria dos Prazeres”, ficará no segredo dos deuses.
Da mesma forma que não aceito pressões nem obsessões.
Se eu quisesse isso, eu estaria num relacionamento fixo com alguém.
Mas eu dou muito valor a ser uma mulher independente, que só está com alguém quando eu quero, quando eu posso e quando me apetecer.
E mesmo que venha a estar com alguém uma vez, não significa que isso vire obsessão e obrigação e tenha de estar com esse alguém mais vezes.
Pessoas obsessivas, possessivas ou insistentes, também serão dispensadas.
Já basta a sociedade nos prender de alguma forma e ainda se ver com maus olhos certas coisinhas ou certas diversões, vamos mas é aproveitar a liberdade que o sigilo e o anonimato nos dá para fazer o que nos apetecer a nível de divertimento sexual entre adultos.
Bom fim de semana
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

sexta-feira, 27 de julho de 2018

A Massagem


Ora bem, lembram-se da Boazona da minha aventura com o “Espanhol”?
Pois é, a Boazona era unha-com-carne comigo, erámos quase irmãs sem ser do mesmo sangue e, à conta disso, eu acompanhava-a nalgumas situações do trabalho dela pois o trabalho dela implicava andar por vários pontos do país acompanhada pelo staff dela.
E que belo staff que ela tinha mas…aqui a Maria fazia de tudo para se portar bem, afinal profissionalismo acima de tudo.
Num dia de calor, lá nos fizemos à estrada todos na sua carrinha mas o calor era muito e a distância era igualmente muita, aquilo era quase pra lá do cú-de-judas.
Mas chegámos lá, embora todos estafados, todos moídos da viagem.
Cumprimentos feitos, a Comissão foi-nos mostrar o local onde iriamos descansar (a Boazona e o seu staff), descansar e pernoitar visto que aquilo era realmente longe, a Comissão sabia disso, daí o local para pernoitar estar incluído que, apesar de local modesto, era mais do que suficiente.
Lá fomos, meninos do staff (dois meninos) para um quarto, meninas para o outro quarto (a boazona, eu e a menina do staff).
Depois de instalados, a menina do staff diz que vai até ao outro quarto ver um dos meninos que era seu namorado.
O que deu origem a que o 2º menino (vamos aqui chamá-lo de P) nos viesse bater à porta pois saiu do outro quarto para dar privacidade ao casalinho.
Então ficámos ali no quarto os três a conversar com a tv a passar qualquer coisa mas bem baixinho, ao que a Boazona se queixa que está cansada e com dores no pescoço e nas costas.
Como o P é muito bom com as mãos (era mesmo, acreditem), prontificou-se a dar-lhe uma massagem relaxante.
E assim a Boazona teve as mãos do P no seu pescoço, nos seus ombros, na sua lombar, a ponto de se sentir bem relaxada e deixar-se ficar ali a aproveitar o momento, deitadinha de barriga para baixo numa das caminhas do quarto.
Não sei porque motivo, não sei se era pelo calor, se era pelo ambiente que se criou, não sei se era por a cena estar a acontecer mesmo ali ao pé de mim, eu que estava deitada na minha cama, comecei a sentir uns calores e uma humidade que parecia que tinha bicho-carpinteiro e que não conseguia sossegar na cama.
O P percebeu o meu desassossego e disse que, se eu quisesse, a seguir podia fazer o mesmo a mim.
Como o tempo já tinha passado e o relaxamento era tanto, a Boazona já tinha adormecido e eu baixinho respondi ao P que não, que estava bem assim.
Ele encolheu os ombros e, durante mais uns minutos, continuou a massajar a Boazona mas olhava sempre para mim pois eu continuava desassossegada, inquieta, a pressionar e a roçar as pernas uma na outra, tal era o turbilhão em que o meu clitóris já se encontrava.
Para tentar disfarçar, virei-me na cama, ficando de costas para o cenário da massagem e fiquei apenas concentrada no ruído de fundo da tv que estava ligada baixinha.
Assim, nem me dei conta que o P se aproximou e colocou as suas mãos em cima dos meus ombros que provocou uma espécie de choque eléctrico, não sei se pela surpresa do acto se pelo calor das suas mãos em cima de mim.
E, por incrível que pareça, o momento aconteceu sem nenhum dizer uma só palavra naquela altura.
Começou a massagem onde tinha as mãos, no meus ombros, subi até ao pescoço.
As mãos do P eram grandes mas leves e firmes ao mesmo tempo, eu sentia cada tensão a desaparecer e a aparecer cada vez mais a tesão.
As suas mãos massajavam do ombros ao pescoço, do pescoço aos ombros até que vai baixado as mãos dele para o resto dos meus braços, no fundo estava a ser uma massagem bem tradicional até ao momento…
Ate ao momento que, quando baixa as mãos ate aos meus braços, estica os dedos e com a ponta dos dedos me toca ao de leve nas mamas.
Nesses segundos pensei que tinha sido mero acaso pelo movimento das massagens mas voltou-se a repetir e a repetir e eu percebi que afinal não era mero acaso e deixei que ele repetisse…
E num desses movimentos em que me toca de leve nas mamas, o P aproxima o seu rosto do meu pescoço e fico a sentir a sua respiração já a ficar alterada sobre a pele da minha nuca.
Aquilo arrepiou-me e, como que por instinto, cada uma das minhas mãos agarrou as mãos dele e as puxaram com toda a força para as minhas mamas.
E as mãos dele, que até àquela altura apenas tocavam ao de leve, agora agarravam as minhas mamas de forma bruta, enquanto aquilo que era a respiração dele sobre a minha pele tornou-se num chupão dele igualmente na minha nuca.
Aqueles breve segundos de luxúria foram interrompidos por um ronco… afinal tinhamo-nos esquecido que a boazona estava a dormir mesmo ali na cama ao lado, relaxada pela massagem do P mas o seu ressonar alto fez com que nos lembrássemos dela naquele momento.
Com aquele ronco “acordámos” daquele momento e quando nos olhámos apeteceu-nos dar gargalhadas mas não podíamos, afinal a intenção era deixar a boazona descansar.
Mas a excitação continuava e nele então era bem visível…
Num acto totalmente inconsciente, levantámos da cama sem fazer barulho e metemo-nos na casa-de-banho do quarto.
Bruscamente ele agarra-me com uma mão e com a outra tranca a porta.
Vira-me para ele e as mãos dele apertam-me as mamas enquanto nos beijamos sofregamente.
A língua dele vai da minha boca ate ao meu pescoço, desce um pouco ate às minhas mamas que nessa altura já estavam de fora enquanto as minhas mãos também passeiam por todo o seu corpo também o ajudando a livrar de alguma roupa e para tirar para fora o pau dele, bem duro e a pingar.
Entre os passeios das nossas mãos e os beijos, ele vira-me de costas para ele, encosta-se a mim para eu o sentir já mais do que duro, forçando-me contra o lavatório, baixa-me as calças, mete de uma só vez dois dedos na coninha e murmura que está encharcada.
Num movimento rápido, penetra-me com força que me fez soltar um grito que foi abafado pela mão direita dele, enquanto a sua mão esquerda me segura no rabo enquanto me fode fortemente e sussurra nos meus ouvidos para eu não fazer barulho e aos poucos a sua mão vai deixando de tapar a minha boca e passa a puxar-me os cabelos para trás, aumentando o ritmo da foda que acaba por me fazer vir rápida mas intensamente, deixando o pau dele a escorrer por causa dos meus líquidos.
P murmura que também se vai vir e, de imediato, baixo-me e abocanho o pau dele, sentindo o meu sabor e espalhando os meus líquidos com a minha saliva por ele todo até escorrer até às suas bolas, que nessa altura já estavam a ser massajadas pela minha mão esquerda, enquanto a minha mão direita ajudava o que a minha boca já fazia ao suga-lo, de modo a acelerar os movimentos.
Entre gemidos e palavras sem nexo, P diz que se vai vir, dei uma última mamada no seu pau e sentiu estremecer, acabando com a minha mão por mirar aquele jacto de esporra em toda a minha cara, deixando-me bem lambuzada.
Recompusemo-nos, sendo que eu fiquei ali mesmo na casa-de-banho porque disse que ia tomar um duche e ele saiu em silêncio do quarto pois a boazona continuava ali a descansar (e a ressonar).
Nesse resto de dia, as coisas correram normalmente embora sempre com algumas trocas de olhares cúmplices mas nunca mais voltou a acontecer nada entre aqui a Maria e o P, apesar de que depois trocámos muitas mensagens sobre o assunto mas, por um lado na altura ele tinha uma namorada que, de vez em quando, aparecia nos locais em que estávamos e depois porque eu não queria fazer nada que pudesse causar um embaraçoso no ambiente de trabalho da Boazona.
Embora, com o P não voltou a acontecer, mas aconteceu com outro elemento do staff da boazona.
Mas isso fica para o post seguinte.
Bom fim-de-semana, até 2a feira, divirtam-se muito 😜

Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Leituras de Verão

Leituras de Verão…
Foi o que me lembrei que vos podia deixar aqui.
Pois é, o tempo não é muito aqui para os lados da Maria e o blog tem andado muito parado.
Como disse na publicação anterior, para haver tempo para umas coisas boas, depois não há quase tempo para outras coisas (embora também boas).
E, como já disse a algumas pessoas que conhecem a Maria, eu não gosto de escrever só por escrever, não gosto de debitar palavras sem sentido.
Gosto de escrever para que aqui seja o local onde vocês, seguidores, encontrem relatos das minhas aventuras traduzidas em textos onde vocês próprios se possam sentir quase como os protagonistas das aventuras, com todo o desenrolar por palavras até chegarem, como eu cheguei naquelas alturas, ao delicioso orgasmo.
Fiquem por aqui a seguir este blog e deixem-se levar até ao prazer supremo.
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄




quinta-feira, 14 de junho de 2018

Prioridades II



Ora eu tinha dito que no início do mês ia haver publicações novas com mais relatos meus mas a verdade é que o tempo não tem dado para tudo.
Era bom que o tempo esticasse

mas não estica
e para haver tempo para algumas coisas

depois não há tempo para outras.
E algumas coisas têm mais prioridades do que outras.

Mas espero em breve conseguir mais tempinho para vos vir contar mais coisinhas.
Beijo das vossa 👄Maria dos Prazeres👄

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Prioridades


Meu Queridos Seguidores.
Fico contente por receber muitos emails vossos e é precisamente por receber tantos emails a perguntar porque deixei de publicar que estou a escrever hoje.
Eu não deixei de publicar.
Simplesmente tive de fazer uma pausa e dar prioridade e tempo a outros assuntos.
E, depois, como é lógico, o tempo não dá para tudo e foi o blog que sofreu e que ficou parado.
No entanto, espero que, no inicio do próximo mês, já consiga ter um bocadinho de tempo e de cabeça para voltar a publicar coisinhas boas por aqui 😉
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄


quarta-feira, 7 de março de 2018

Na lavagem do carro


Tinha chuviscado durante a noite mas o dia estava ameno.
E eu estava a regressar da faculdade, já tinha saído do autocarro, agora era só mais um bocadinho a pé até chegar a casa.
Nisto, oiço uma buzina de um carro.
Não liguei e continuei a andar. E novamente oiço buzinar, continuei a não ligar.
Segundos depois um carro abranda já com o vidro aberto e oiço “olá putinha”.
Olhei, era um “amigo colorido”, casado, já de meia idade.
Parei, disse-lhe olá, os cumprimentos habituais, disse-me que ia lavar o carro à lavagem automática pois estava cheio de poeira dos chuviscos  etc e tal e perguntou se eu não lhe queria fazer companhia enquanto o carro entrava na máquina.
Claro que percebi a ideia, disse que sim e entrei no carro dele.
E lá fomos até ao posto onde tinha a máquina automática de lavagem, mas até acabamos por ir a um posto fora da nossa zona visto que não queríamos ser vistos por ninguém.
Pelo caminho já tínhamos começado a usar as mãozinhas aqui, mãozinhas ali, já tinha alisado o pau dele por cima das calças que, por sinal, já estava duro; ele também tinha metido a mão nas minhas mamas para ir apalpando e puxando os biquinhos, eu já tinha desapertado as calças para ele meter a mão por dentro e mexer-me na coninha.
Chegando ao posto, recompusemo-nos o suficiente para vir um funcionário, lá deu a indicação que podíamos sair do carro ou ficar lá dentro, claro que a ideia era ficarmos lá dentro e lá o carro entrou no inicio da máquina de lavagem.
Vimos pelos espelhos que o funcionário saiu da zona (afinal quem em tempos usou essas máquinas sabe que assim que o carro entra, é tudo automático) e voltámos de onde tínhamos começado.
Só que ali já ele tirou o pau para fora e eu cai de boca naquele pau de tamanho médio mas grosso, ficando debruçada sobre ele.
Comecei a chupar-lhe o pau e a ouvi-lo gemer.
Subia e descia os lábios naquele pau o máximo que conseguia até que ele começou a dar-me palmadas no rabo “chupa depressa puta, não tarda a lavagem acaba”
Mais rápido mamei naquele pau, a minha saliva já molhava o pau todo e escorria-lhe para os colhoes e, no meio do barulho da maquina de lavagem, só se ouvia o barulho molhado da minha boca a mamar naquele caralho, das palmadas dele no meu rabo e dos gemidos agora mais ruidosos dele.
A posição não ajudava muito mas chupava aquele pau em toda a sua extensão, tirava da boca e batia na minha cara, voltava a mamar nele olhando a cara de satisfação dele até que ele me agarrou na cabeça e, entre gemidos, me disse para não parar agora.
E, bem obediente, assim fiz, mamei naquele pau sem tirar da boca, acelerei os movimentos de vai e vem até o sentir estremecer, sinal de que se estava a vir.
Ele gemia alto (o barulho da máquina facilitava isso), nesse momento aliviei a minha boca do seu pau e com três jactos a esporra dele sujou a minha cara toda, uma esporra grossa e bem branquinha.
Nisto ouvimos um barulho da máquina diferente e percebemos que a lavagem do carro estava mesmo quase quase a terminar, só deu tempo dele meter o pau para dentro das calças e eu espalhar a esporra na cara (como habitualmente gosto de fazer).
E , em segundos, vimos o tal funcionário da lavagem estar à espera que a máquina colocasse o carro para fora para depois dar uma limpeza no vidro do carro e essas coisas, o que decorreu normalmente como em qualquer lavagem.
Após sairmos dali, lá me ajeitei melhor, vi se estava com alguma esporra visível na cara (felizmente não estava, o cremezinho hidratante tinha sido bem espalhado), limpei sim os óculos que tinham ficado um pouco sujos e ele voltou a deixar-me perto do local onde nos tínhamos encontrado e assim regressei eu a casa como se tivesse mesmo a chegar da faculdade mas já com um bom creme hidratante na cara.
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

sábado, 3 de março de 2018

Derretido

“YY” era um “amigo” de longa data, daqueles que tinham ficado mesmo amigos apesar de algumas fodas à mistura e ele tinha uma fantasia que queria realizar mas a namorada era muito santinha para isso e comigo ainda não tinha dado para fazer.
Nesse dia eu estava a ajudar a organizar um espaço para depois haver um evento de caridade e ele envia mensagem que me queria ver. Eu explico-lhe onde estou e que realmente estou muito ocupada pois ainda havia muito para limpar e organizar naquele espaço, tanto que a minha refeição tinha sido apenas alguns quadradinhos de chocolate.
Ao que ele responde para não lhe falar em chocolate e que passava ali rápido, que não demorava nada.
Claro que eu sabia o que ele queria e ali dava perfeitamente, afinal era uma zona com várias arvores, grandes mesmo nos próprios estacionamentos.
E com aquela frase dele, pensei que era a altura certa de realizar a fantasia dele.
Agarrei no restinho da tablete de chocolate que ainda tinha e fui à casa de banho.
O resto já vão perceber.
Ele enviou mensagem a dizer que tinha chegado, eu sai do tal espaço e ele já estava lá fora à minha espera.
Cumprimentámo-nos com dois beijinhos e sou eu que tenho a iniciativa de lhe dizer que tenho uma coisa para ele, para irmos para um sitio mais escondido.
Ele diz que deixou o carro ali mais abaixo (veio até à entrada a pé) e eu digo para irmos para lá.
Quando nos aproximámos do carro dele, vejo que o local dava perfeitamente. Além de ser dia de semana e não estar quase ninguém áquela hora do dia, aquele espaço do estacionamento era parte integrante de uma quinta, logo local sossegado.
O dia estava ameno, ficámos mesmo ali encostados ao carro nos amassos, aos beijos, mãos aqui e ali, a percorrer o corpo um do outro ainda por cima das roupas (afinal estávamos na rua), quando encaminho a mão dele para dentro das minhas calças.
É quando ele sente que, além de bem molhada, tem algo derretido.
Quando sinto que ele percebeu algo diferente, digo-lhe:
“tira os dedos e vês”
Quando tira a mão só me diz “eu não acredito”
“acredita, está aí”
“eu não acredito, fizeste o que eu queria”
“pois fiz, quando disseste aquela frase e vi que tinha aqui chocolate, pensei que podíamos ver o que dava”
“dá que tenho de te lamber toda”
“eh vai com calma”
“qual calma” e num momento bruto puxa-me as calças para baixo, ao que até fez rebentar o botão, e é quando vê que realizei a fantasia dele: colocar uns cubinhos de chocolate perto da coninha e deixá-los derreter para depois ele lamber.
“nem acredito”
E passou os próprios dedos de cima abaixo na minha coninha e assim o chocolate derretido ficou mais espalhado todo à volta do meu grelinho até à entrada da minha coninha.
“tenho de te mamar a cona”
“como vamos fazer?”
“deita-te no banco” e abriu a porta traseira do carro.
Eu sentei no banco de trás do carro, com as pernas para fora do carro mas tinha só as calças meias baixadas, não estavam totalmente despidas.
“deixa-me tirar as calças senão não dá”
“espera, eu tiro, quero ver uma coisa”
E baixa-se para ser ele a tirar-me as calças e ver… as minhas cuequinhas… que tinham chocolate derretido…
Tira-me então a roupa da parte debaixo, separa as calças das cuequinhas e levá-as à boca… e lambe aquele bocado de chocolate derretido…
Ao ver o deleite dele a saborear aquele bocadinho de chocolate, excitei-me mais , deitei-me no banco de trás ainda com as pernas de fora do carro e abri as pernas, deixando-o ver a minha coninha a escorrer os seus líquidos e com o chocolate derretido.
Ao olhar para mim volta a dizer “ainda nem acredito”
“acredita está aí para ti”
“YY” baixa-se, fica de joelhos na porta do carro dele e baixa a cabeça até ao meio das minhas pernas e dá uma lambidela suave da portinha da minha cona até ao meu botãozinho e outra lambidela, agora um pouco mais intensa, que me fez ofegar e que o fez continuar aquele minete com chocolate.
Ora lambia, ora sugava, ora rodopeava aquela língua, ora mordiscava-me o botãozinho, ora enfiava a língua na minha cona para tentar lamber o máximo dos meus líquidos com sabor a chocolate, fazendo-me gemer de tesão.
Enfiava um dedo, dois dedos na minha cona, enquanto a língua se concentrava no meu clitoris ao que eu respondia com gemidos, sentindo que ele se punhetava com a sua mão esquerda.
Enfia três dedos na minha cona, faz-me gritar, lambe ainda com mais intensidade a minha cona e faz-me arquear e rebolar na sua língua e nos seus dedos, sentindo-me a tremer com o orgasmo a aproximar cada vez mais até chegar ao meu extase, sempre com ele ainda a lamber a minha coninha como se fosse um gelado de chocolate derretido.
“putinha dá-me a tua cara” esta frase dele fez-me despertar do meu orgasmo recente, percebi que ele também ia-se vir, levantei-me ficando sentada no banco prontinha para receber na cara aquela esporra fruto da punheta dele enquanto me minetava.
Os dois nos recompusemos, ele continuava a dizer que nem acreditava que tinha realizado a fantasia dele.
Quando me levantei do banco do carro e fui vestir as minhas roupas de baixo é que vi que não podia vestir as cuequinhas porque estavam manchaditas de chocolate e assim regressei ao local onde eu estava a ajudar, sem cuequinhas (guardadas na mala) e sem botão das calças que ficou estragado mas com a satisfação de um bom minete e da fantasia do amigo realizada.

Beijo da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

P.S.: tenho estado com muitas coisas para fazer mas a escrita aqui está de volta 😉


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Hoje

Meus queridos seguidores,
bem sei que estou em falta por não andar a escrever aqui nada.
Mas tenho tido pouco tempo para escrever.
Ando cheia de trabalho e cheia de coisas para resolver que depois o pouco tempo que me sobra, aproveito para “me divertir” e depois não sobra tempo para vos contar coisinhas 😉
No entanto, hoje apesar de não contar por palavras posso dizer que depois do almoço foi algo assim:



Aqui a Maria não teve o seu creme na cara, ficou na borrachinha mas foi tudo também muito bom 😉
Amanhã há mais ;)

Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

domingo, 18 de fevereiro de 2018

É mesmo domingo?

Hoje é mesmo domingo?
é que não sinto diferença entre hoje domingo e os outros dias...
esta semana tem sido assim:



E a próxima semana parece que vai ser igual...
É o que dá ter estado doente, acumula-se trabalho e os prazos começam a apertar...
Mas prometo contar-vos coisinhas quentes pois, para as aventuras, há sempre um tempinho nem que seja uma coisinha rápida 😉 (ou então sozinha, que também é bom).
Depois não há é tempo para escrevê-las mas esta semana já vos conto mais umas coisinhas 😉
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Dia 14

É isso, hoje é apenas e somente dia 14 de Fevereiro, por sinal, é uma quarta-feira.
Mas é um dia normal como todos os outros.
Detesto estereótipos, detesto dias comerciais.
As situações ou ocasiões devem ser para se comemorar todos os dias e não apenas num único dia (aplico a mesma máxima para outros dias comemorativos).
Por isso:

Ficam aqui umas sugestões (e coisas que a Maria gosta também):
























Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

No canavial

A vantagem de se morar durante algum tempo numa determinada zona é que se começa a conhecer os cantinhos onde é possível dar umas rapidinhas.
E ali não foi excepção.
E a juntar a isso, ajudava também que era uma zona com algum canavial, arbustos e arvores que, se fossem estrategicamente usados, eram locaizinhos que davam para se ficar escondido e dar uma fodinha.
Nessa manhã recebi um mail de um “amigo colorido” que tinha regressado ao seu País de origem (Angola) mas que estava cá de férias em Portugal, a explicar que tinha comprado um telemóvel com numero português para usar enquanto cá estivesse, a dar-me esse  numero e a pedir-me o meu e a dizer que queria combinar uma foda comigo, como até já era hábito cada vez que ele vinha de férias.
Em vez de lhe responder ao mail, guardei o tal número temporário e enviei directamente uma sms e a partir daí fomos trocando sms’s durante o resto da manhã.
Quando numa mensagem ele diz que está cheio de tesão e que por ele fodiamos ainda hoje.
Disse-lhe que podia ser depois de almoço, ele disse que estava bem e que quando estivesse a chegar avisava.
Assim foi, ele até conhecia a zona, avisou que estava a chegar e fui andando ao encontro do carro dele.
Ele saiu do carro, cumprimentámo-nos, afinal antes de ser “amigos coloridos” somos também amigos, as perguntas habituais até que ele diz para entrarmos no carro antes que faça alguma coisa ali na rua.
Ri-me, entramos o carro mas antes dele meter o carro a trabalhar, puxa-me e beija-me e diz “tenho de te foder”.
“e vamos para onde?”
“não sei, eu cheguei aqui agora, diz-me tu onde dá”
“então vá, acho que já sei de um sitio”
E lá lhe disse onde era, ele foi lá certinho, afinal conhecia a zona.
Chegámos a sitio onde passa uma pequena vala pluvial mas que estava cheio de canas bem altas (por sinal um perigo na altura do verão) e que tem uma pequena passagem de terra para dentro desse terreno, onde quem entra ali, fica completamente escondido pelas canas, sem que se veja sequer a estrada ou sem que ninguém veja nada.
Ele mete o carro lá por essa passagem e avança um bocado, ficámos no meio das canas.
“bem realmente estamos escondidos”
“pois estamos, podemos ir lá para fora”
E saímos do carro.
Encostámo-nos ao carro, demos altos beijos, linguados, apalpanços, mãos aqui e ali, fico com as mamas de fora, ele puxa, morde e torce os meus biquinhos, enquanto eu tirei o pau dele para fora e vou batendo uma punheta, ele acaba por me baixar as calças e mete a mão na minha cona e vai brincando com o meu grelinho e metendo um ou dois dedos lá lembro.
Até que eu lhe digo que quero mamar e digo-lhe para se encostar ele ao carro enquanto sugo aquele rolo de carne comprido.
“ai essa boca” e eu nada dizia, estava com aquele pau na boca, babava-o, sugava, metia o que conseguia na boca e tentava engolir desenfreadamente aquele chocolate.
Nisso ele toca com a mão dele na minha cara, eu paro de mamar mas continuo a punhetar
“vem até aqui” e eu endireito-me, ainda com a minha mão direita no pau dele e ele puxa-me para me dar um linguado, ao mesmo tempo que as mãos dele apalpam o meu rabo “é isto que eu quero”.
“queres? Não me digas por lá não comeste nenhum cu”
Enquanto me mordisca o pescoço diz “olha que comi poucos, sabes que poucas gostam como eu gosto”
“oh tadinho, tens fome de cuzinho”
“não me gozes, olha que faço-te berrar puta”
“Acha que me preocupa? Aqui ninguém me vai ouvir”
“Não digas isso duas vezes, sabes do que eu sou capaz de fazer”
“Por acaso já não me lembro, tens de me relembrar, é melhor fazeres a ver se eu me recordo
“Que puta”
E empurra-me para cima do capot do carro, fiquei com as mamas “coladas” ao capot e o rabo empinado.
“vais sofrer por me teres gozado” diz ele com o seu ar também gozão enquanto encapa o pau com um preservativo.
“vou é acabar por gozar de tanto sofrer”
“eu sei que gozas assim, por isso é que lá comi poucos cús, não encontrei nenhuma que gostasse assim”
“assim como, tens de me explicar”
“não piques”
“pica quero eu”
“puta” e encosta a cabeçorra negra na entrada do meu cuzinho e força a passagem.
“aiii” e a cabeçorra não entrou, ficou ali só na entrada a fazer arder as preguinhas do cuzinho.
“tens aí alguma coisa que ajude?”
“ve lá aí na minha mala, devo ter um óleo”
Eu fico ainda debruçada, ele mete o braço pela janela, saca a minha mala e tira de lá um frasquinho com óleo.
“ainda tens este hábito”
“então nunca se sabe quando vai fazer falta, mais vale ter sempre na mala” enquanto digo isto, ele besunta com óleo o pau encapado e passa também um pouco no meu cuzinho, mete um dedo besuntado lá dentro e diz “deve chegar”, enquanto fecha o frasquinho e coloca-o encostado ao vidro dianteiro do carro.
Posiciona novamente a cabeçorra na entrada do meu cuzinho, agarra as minhas carnudas ancas com cada uma das mãos e, num movimento bruto, encavou e uma só vez aquela rola preta.
“aiiiii”
“berra puta, eu disse-te”
 “cabrão fizeste de propósito”
“agora já está dentro, aguenta”
E começou a tirar lentamente o pau, devagar para ir alargando aos poucos o meu cuzinho, tirava e voltava meter, nesse movimento de vai e vem e eu só gemia.
Quando percebe que o meu cuzinho já está receptivo o suficiente, tira o pau deixando só a cabeçorra dentro com a mão esquerda pega no frasco de óleo, abre-o, passa mais um bocado de óleo no bocado do pau que está de fora do meu cu, fecha o frasco, atira-o para o chão e, com força, volta a enfiar de uma só fez aquele pauzão fazendo-me urrar de tesão e diz “agora é que vou começar”.
E eu sabia o que isso queria dizer, já tínhamos fodido várias vezes quando ele ainda morava em Portugal e noutras vezes que ele veio cá de férias.
Agora é que ele ia começar a foder-me a sério o cuzinho.
E começou a bombar no meu cu, fazendo-me revirar os olhos, fazendo-me gritar de dor mas também de muito tesão e dizer muitas asneiras, chamando-lhe todos os nomes possíveis.
“grita mais puta, sabes que é assim que gosto e tu aguentas”
E não largava as minhas ancas que puxava contra ele quase como se quisesse fazer com que o pau entrasse ainda mais fundo no meu cu.
Gritava eu, gritava ele e ainda se ouvia os nossos corpos a baterem um no outro tal era a força com que eu estava a ser fodida.
Senti as minhas pernas a tremer e um calor a aumentar em mim, numa altura que o pau dele estava lá no fundo, levei as minhas mãos atrás agarrando nas pernas dele e parei-o para não se movimentar naqueles segundos e deixar o pau lá dentro.
Ao que ele disse “linda menina, estás a vir-te, não mudaste” eu nem lhe consegui responder, sentia as minhas pernas bambas e toda eu tremia de tesão.
Quando tirei as minhas mãos das pernas dele, a frase dele foi “agora aguenta que é a minha vez” e eu só tive tempo de me agarrar conforme dava ao capot e ao carro pois ele começou a foder-me com uma força e uma rapidez que todo o carro abanava, até que sinto-o estremecer e com o pauzão bem metido lá no fundo solta um grito ao mesmo tempo que sinto o seu pau inchar ainda mais lá dentro, ele tinha-se esporrado e mesmo com o preservativo eu tinha conseguido sentir aquele calorzinho.
Ficamos naquela posição mais alguns instantes enquanto o meu cuzinho ainda mordiscava ao de leve aquele pau que ainda pulsava dentro de mim, até ao momento em que ele disse que ia tirar e foi nesse momento que vimos que o preservativo estava cheio, a quantidade de esporra foi tanta que aquele reservatoriozinho do preservativo não chegou e vazou por fora.
“olha lá o que me fizeste”
“eu? Tu é que te esporraste assim”
“porque não me aguentei com o teu cu”
Acabamos por nos rir, enquanto nos limpávamos e nos ajeitávamos para depois sairmos dali do escondidinho das canas altas, local onde ainda voltámos algumas vezes durante o tempinho de férias dele.

Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Aniversário


Não gosto de multidões, não gosto de confusões e não sou apreciadora de festas com muita gente. Mas era hábito festejar-se os aniversários sempre com uma festa grande, com muita gente, convidava-se todo mundo e mais algum, felizmente que esse hábito se perdeu.
E naquele ano não foi excepção, no meu aniversário queriam porque queriam fazer uma festa com mil e uma pessoas.
Mas eu estava com um problema, andava com um “amiguinho” cerca de 10 anos mais velho que eu, era assim uma coisa fixa e ele queria passar o dia comigo. Mas se eu tinha a festa que era coisa obrigatória, a única solução era ele também ser um dos muitos convidados.
Lá chegou o dia, eu chateadíssima, ainda para mais a minha mãe “obrigou-me” a usar uma saia feita por ela com um top branco (detesto usar saias...) e começam a chegar os convidados e, acompanhado dos meus amigos que sabiam desse meu relacionamento, vinha também o meu “amiguinho”.
A coisa até nem correu mal pois era muita gente, não houve grandes perguntas sobre quem era aquela pessoa e lá a festa correu normalmente.
Mas o tesão estava à flor da pele pois, cada vez que havia oportunidade, eu e o Amigo íamos para um cantinho dar uns amassos, uns beijos, umas mãos aqui e acolá.
Passou a parte do almoço prolongadíssimo e veio aquele bocadinho entre o fim do almoço longuíssimo até ao inicio do lanche.
Claro que, como aniversariante, tinha de dispensar um bocadinho de tempo para cada convidado, dar um bocadinho de conversa a todos e assim se foi passando o tempo até se iniciar o lanche.
Mas o tesão… o tesão continuava a borbulhar…
Houve ali uns minutinhos mais “mortos” e eu fiz sinal ao Amiguinho para me seguir e subi as escadas até ao meu quarto e ele veio uns segundos atrás de mim.
Mas alguns dos meus amigos viram e, sabendo como eu sou, perceberam.
E este pormenor é importante porquê? Já vão perceber.
Entrámos no meu quarto, tranquei a porta e a coisa aconteceu.
Nessa altura mentalmente agradecia à minha mãe por estar de saia porque, num instante, a minha saia estava levantada, as minhas cuecas no chão, o Amiguinho já estava com o pau para fora duríssimo, a babar e pronto a entrar em mim.
Sem dizermos sequer um só palavra, puxei-o por um braço, fiquei de quatro na minha cama, ele ajeitou-se por trás de mim e enfiou numa só estocada aquele pau quente na minha cona, que me fez gemer.
E esqueci-me… esqueci-me que havia mais pessoas em casa, esqueci-me que alguém podia dar pela minha falta e deixei-me levar por aquela foda, por aquelas bombadas que o Amiguinho me dava cada vez que aquele pau entrava e saia da minha cona.
Foi quando comecei a ouvir vozes, várias vozes.
Eram os meus amigos e a minha mãe. Eu parei de gemer mas o Amiguinho não parou de bombar.
E entre aquele barulho molhado do pau dele a entrar na minha cona, ouvia a minha mãe a perguntar por mim e os meus amigos a inventarem uma conversa para a afastar dali e alguns até a brincarem com ela e a fazerem-na entrar numa brincadeira que diziam que estavam a ter que era cantar umas canções, tudo para ela não ouvir o que se passava ali naquele quarto pois, de acordo com o que os meus amigos me disseram depois, ouvia-se muito os meus gemidos.
Aquilo deu ainda mais pica ao meu Amiguinho que, numa rapidez, tira o pau da minha cona e encosta-o à entrada do meu cuzinho.
Só nessa altura é que falámos quando eu lhe disse
“assim é capaz de doer, nem tem nada para escorregar”
“o que saiu da tua cona deve dar”
E nisso faz pressão e a cabeça do pau entra no meu cuzinho e entra tudo logo até ao fundo, o que me fez estremecer ao ponto que parecia que tinha levado um choque electrico.
“ai foi tudo de seguida”
“não me aguentei e não aguento muito mais, vou-te rebentar”
E escusado será dizer que já nem tive tempo de dizer mais nada, nem tínhamos muito mais tempo para estar ali, e seguiram-se estocadas fortes, barulhentas, molhadas, do pau dele no meu cuzinho que, nessa altura, com a necessidade de rapidez e a força que ele empregava em cada bombada, já estava um cuzão.
Eu mordi o lençol da minha cama de modo a abafar os meus gemidos e senti o meu orgasmo chegar enquanto o Amiguinho ainda fazia os seus movimentos de vai vem no meu cuzinho mas poucos segundos depois ele também se veio, dando uma forte estocada e cravando o pau dele bem fundo no meu cú, ao ponto que ele caiu sobre mim e eu, que estava de quatro, acabei totalmente estendida na cama, com ele por cima de mim e o pau dele a latejar todo gozado dentro do meu cú.
Apetecia ficar ali mais tempo a gozar o momento, o extase daquele orgasmo mas não podia ser.
Só lhe disse para sair de cima de mim, que era preciso despachar.
Levantámo-nos da cama, eu ajeitei as minhas roupas, baixei a minha saia, dei um jeito no cabelo e disse ao Amiguinho para esperar ali um bocadinho, deixar-me sair e falar com algumas pessoas e só depois é que ele saia.
Assim fizemos, regressei à festa, a minha mãe preocupada porque já as pessoas já estavam a lanchar e era melhor partir o bolo e assim acabou por acontecer, o pessoal juntou-se todo para acender as velinhas aqui à Maria e foi quando me apercebi que… não tinha vestido as cuecas.
Naquela pressa, ajeitei a roupa, baixei a saia mas não vesti aquela pecinha de roupa… e o pior é que não deu tempo para mais nada e sentia os meus líquidos do orgasmo a escorrerem por mim. Felizmente depois dos Parabéns, beijinhos e abraços, consegui ir à casa de banho limpar-me pois até já tinha um fiozinho a escorrer pelas pernas.
Mas a foda de aniversário valeu a pena.

Beijo da vossa 👄Maria dos Prazeres👄
Bom Fim de Semana, até 2a feira😉