quarta-feira, 31 de julho de 2019

31 de Julho, Dia do...

Hoje, dia 31 de Julho, é o Dia Mundial do Orgasmo!


Essa coisa tão maravilhosa mas ao mesmo tempo tão misteriosa.
Tão misteriosa que a verdade é que algumas pessoas ainda, nos dias de hoje, têm dificuldade em atingir essa satisfação chamada Orgasmo.
E foi por isso que este dia foi criado em 1999 por um grupo de empresários de sex-shops em Inglaterra com o objectivo primeiro de aumentar as suas vendas e segundo de fazer as pessoas pensarem sobre as dificuldades que muitos sentem e têm a atingir o ápice do prazer sexual.
Esta data acabou por ser adoptada e celebrada mundialmente embora falar do tema, às vezes, ainda continue a ser um tabu e cheio de mitos.
Para aqueles que me conhecem ou aqueles que só me seguem aqui no blog, claramente sabem que tabu isso não é para mim ou não fosse este um blog em que se fala bem abertamente e sem pudores de linguagem.
Por isso, o que é o orgasmo?
“Cientificamente”, o orgasmo é a resposta que o nosso corpo dá através do sistema nervoso aos estímulos que são aplicados nos órgãos sexuais e também dos estímulos visuais, da imaginação e da cumplicidade com o/a parceiro/a do momento.
De uma forma mais simples, o orgasmo é o momento em que nos libertamos totalmente através de uma explosão de prazer que percorre todo o corpo como uma onda de energia, sendo o ponto alto da satisfação sexual, seja essa satisfação conseguida de forma acompanhada ou até sozinhos.
Sim porque se há algo que ajuda a atingir um orgasmo é conhecermos o nosso próprio corpo e sabermos como ele reage aos estímulos.
Daí que a masturbação também é importante existir na nossa vida pois só depois de sabermos o que nos satisfaz é que conseguimos dizer a alguém como nos dar prazer.
E aí entra a parte do dizer, do falar sobre o assunto, sobre os gostos de cada um.
Se queremos chegar ao orgasmo, como chegar lá se não dissermos ao/à parceiro/a o que gostamos? Então falem também sobre os vossos gostos e acreditem que é o ponto-chave de tudo pois, sem as pessoas envolvidas saberem o que um e outro gostam, não há orgasmo que se consiga.
Já me estou a alongar muito sobre essa experiência maravilhosa que é ter um orgasmo, experiência essa sempre tão subjectiva e tão variável pois os orgasmos são todos diferentes, não há dois iguais mas todos eles são sempre benvindos e bem agradecidos por terem sido conquistados 😉
Aproveitem este dia do Orgasmo como uma oportunidade para deixar a vergonha de lado e inserir o tema, com naturalidade, na roda de conversa entre os vossos amigos mais íntimos e , quem sabe, daí não nasçam algumas “amizades coloridas” para atingirem vários orgasmos 😉 e, em todo o caso, se isso não acontecer, pelo menos ficam com um excelente tema de conversa 😊
E, como não podia deixar de ser, o meu último conselho numa linguagem bem própria aqui da Maria dos Prazeres é que tenham bons orgasmos, fodam bem, fodam muito ou sempre a vos seja possível, façam do vosso corpo o vosso próprio parque de diversões com uma grande montanha-russa que nos dá uma profunda adrenalina até nos virmos no final.
Sem esquecer que o orgasmo provoca a produção de serotonina, aquela coisa no nosso corpo que nos deixa bem dispostos, bem humorados e com um sorriso na cara 😉
[se este blog não fosse totalmente anónimo, acho que algumas pessoas, depois de lerem esta última frase, iam perceber porque é que estou sempre bem disposta eheheheh]

Tenham boas fodas, divirtam-se muito e bem mas sempre com precauções❗

Beijos da vossa 💋Maria dos Prazeres💋



sábado, 20 de julho de 2019

Hidratante Matinal



O bom de não ter uma hora fixa para entrar no trabalho, ou seja, ter um horário não (muito) rigoroso é que me permite ter um (bocadinho) de flexibilidade de tempo, embora isso depois se traduza no acumular de trabalho e depois lixo-me porque tenho de ficar até às tantas a trabalhar…
Mas umas coisinhas compensam as outras….
E ter um bom hidratante matinal é uma boa compensação 😉
É claro que nem sempre há possibilidade mas às vezes dá para uma escapadela com um “amigo” logo de manhãzinha.
Mesmo que seja para um broche matinal, coisa que tanto gosto.
Então, às vezes, em vez de ir logo apanhar o transporte publico que apanho todos os dias, encontro-me com o “amigo” ali nessa zona e vamos no carro dele até uma zona de pequenos arbustos, o suficiente para disfarçar a situação.
Não muitas vezes nem precisamos dizer quase nada, afinal já fomos combinando as coisas por mensagens, um beijo de cumprimento, depois quando paramos, mais beijo aqui e beijo ali sendo que já a minha mão vai certeira ao rumo das suas calças e começo por desapertá-las sentindo já o pulsar do seu pau.
Coloco-o para fora e vou passando a minha mão para o endurecer mais ao mesmo tempo que vou espalhando por todo o pau a baba que já se acumulava na pontinha.
Baixo a minha cabeça e coloco os lábios na cabecinha que continuava com aquela baba levemente salgada e começo a sugar…
Mas o barulho ao longe do tal transporte a ir e vir recorda-nos sempre que o tempo não é muito.
Então inicio uma mamada naquele pau fazendo o “amigo” gemer aproveitando cada subida e descida que eu dava com a minha boca.
Estando eu totalmente no controlo da situação, lambia de baixo para cima passando a língua em todo o seu comprimento, engolia o pau dele, deixando-o ainda mais molhado com a minha saliva.
Por vezes ainda punhetava um pouco mas não conseguia manter a minha boca afastada e lá voltava a colocar o pau na boca num ritmo cadenciado para me foder bem a boca mas com a forte intenção de o fazer vir, afinal eu queria o meu creme hidratante 😉
Então aumentei o ritmo da mamada e, para ajudar, com a minha mao direita comecei a massajar as suas bolas que já tinha muita saliva minha que foi escorrendo até lá.
Continuei a mamar, a chupar o seu pau, a bater com o pau dele na minha cara e depois a voltar a mamá-lo e isso arrancava dele muitos gemidos e muitos palavrões mas, quando percebo que o “amigo” já não se vai aguentar e que está quase, sinto o seu pau inchar e pulsar ainda mais, miro aquela cabeçorra bem na minha cara e sinto uma jorrada forte de leitinho morno bater-me na cara.
Fiz questão de espalhar na cara todo aquele creme hidratante enquanto o “amigo” ficou ali deitado no banco do carro num estado quase de semi-transe.
Mas, mais uma vez, fomos recordados que o tempo era pouco e tivémos de nos recompor e lá fui eu apanhar o transporte público habitual.
Mas, claro, com a pele da cara bem hidratada por um bem creme matinal 😉

Divirtam-se muito mas sempre com precauções 😉
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄


sábado, 15 de junho de 2019

A paragenzinha



O dia tinha corrido normalíssimo e já estava à espera dos transportes para regressar a casa.
Mas, para não variar, um dos transportes atrasou-se.
Vá de esperar mais um bocadinho e vá de acumular mais pessoas à espera do mesmo que eu.
Nisto, chega também a essa estação um conhecida minha que até já nem via a algum tempo.
Como ela também vai apanhar o mesmo transporte que eu e, por sinal, diz-me que vai sair também na mesma estação que eu, acabamos por ficar ali na conversa até o transporte chegar.
Entrámos juntas no transporte e ficamos ali em pé meias espremidinhas uma de frente para a outra ali no meio de tanta gente.
Conversa vai, conversa vem, a viagem no transporte foi correndo e deviam faltar cerca de uns 5/6 minutos para chegarmos à estação onde íamos sair.
Ela já me tinha dito que estava a ficar com muito calor ali dentro e que precisava de uma água assim que saíssemos do transporte.
Eu ate comentei que tinha ali uma garrafa na mala mas que não conseguia mexer-me para ir busca-la.
Ela riu-se e comentou que realmente estávamos muito apertadas mas que podia ver se conseguia ela tirar a garrafa da minha mala.
E tentou com a mão dela mas não conseguiu abriu o fecho e desistiu, disse que eram so mais uns 3 minutos.
Mas deixou a mão dela sobre a minha mala que foi descaindo, descaindo até que acabou por deixar a mão dela apoiada sobre a minha coxa onde a mala terminava.
Na altura não liguei até porque íamos mesmo muito apertadas mas comecei a sentir a mão dela precisamente a apertar-se contra a minha coxa.
Não reagi nem olhei para ela e, perante isso, ela resolve levar a mão dela um pouco mais adiante e vai quase à borda do meu rabo.
Aí sim olhei para ela mas continuámos sem dizer, ate porque nem houve tempo pois o altifalante anunciou que estávamos a chegar à estação.
Saímos do transporte no meio da multidão, sem dizermos nada até chegarmos ao fim da escada rolante.
Aí  ela é que diz que precisa de fazer uma paragenzinha para ir à casa de banho antes de ir comprar uma agua e perguntou se eu também não queria ir.
Eu disse que sim mas que depois tinha de ir para cima porque eu ainda ia apanhas outro transporte.
Entrámos na casa de banho, primeiro entrei eu, ela seguia o passo atrás de mim, não estava ninguém lá dentro mas, antes de eu entrar num dos cubículos, ela puxa-me pelo braço, virei-me e, num repente, está colada a mim e beija-me.
Um beijo feminino para mim não é novidade mas a surpresa foi por ser aquela conhecida, desconhecia esse lado dela.
Mas tive de interromper para dizer que podia entrar alguém, afinal aquilo era uma casa de banho publica numa estação de transportes.
“vamos ali para dentro então” e entrámos num dos cubículos.
Como o nome diz, era mesmo um cubículo.
A nossa sorte é que estava limpinho e as nossas malas caíram no chão enquanto nos beijávamos.
Entre beijos, disse-lhe que não sabia que ela gostava e ela respondeu-me tinha pouca experiência mas o que fez gostou e que a proximidade no transporte deixou-a com vontade de me foder, que por ela tinha logo metido a mão em mim ali, só não o fez porque teve medo que alguém reparasse.
As nossas mãos já tinham acompanhado os beijos e já estavam a percorrer o corpo uma da outra, cada uma já tinha metido as mãos por baixo da camisola uma da outra e já apertavámos as mamas uma da outra.
Mas a boca dela saiu do nosso beijo, desceu pelo pescoço e levantou-me a camisola em conjunto com o soutien e começou a lamber, a chupar, a morder as minhas mamas enquanto ainda as apertava.
Eu já me contorcia entre a parede e o corpo dela.
A mão direita dela foi descendo e começou a puxar as minhas calças para baixo e eu tentei movimentar-me um pouco para ajudar as calças a descer mas fui interrompida por ela que me agarrou no braço e me virou de costas para ela e com as mamas agora contra a parede.
Baixou-me as calças mais ou menos até aos joelhos e foi-se encostando novamente a mim, agora a sentir as mamas dela contra as minhas costas e a sentir a mão dela agora nas minhas costas a descer até chegar ao meu rabo.
Aí começou a apalpar-me alternando os apalpões com palmadas e, a cada palmada, um gemido meu.
Nisto sentimos alguém entrar na casa de banho.
Parámos durante uns segundos.
Sentimos a pessoa a entrar no cubículo ao lado.
Ela leva acima a mão esquerda dela e tapa-me levemente a boca como sinal para não fazer barulho e vai beijando a minha nuca enquanto a outra mão continua a apalpar-me o rabo até começar a deslizar com os dedos para dentro ate encontrar os meus buraquinhos.
Vai passando os dedos por dentro, arrancando de mim gemidos abafados pela mão dela que ainda me tapava levemente a boca.
Sentimos a pessoa do cubículo ao lado abrir a porta e ir lavar as mãos e, ao mesmo tempo, ela tira a mão da minha boca e dá-me os dedos dela para eu lamber.
Como putinha bem submissa, lambi-lhe os dedos deixando-os bem salivados.
Sentimos a pessoa a ir definitivamente embora da casa de banho.
Ficámos novamente sozinhas naquela casa de banho, dentro daquele cubículo e ela, já com os dedos cheios da minha saliva, volta a levar a mão dela até ao meu rabo mas, desta vez, mete directamente os dedos dentro e vai acariciando o buraquinho do meu cu mas sem enfiar (ainda) o dedo.
Vai acariciando do cu até deixar o dedo escorregar até à minha coninha e aí deixa-se ficar a brincar um bocadinho, no entra e sai agora já com dois dedos, fazendo-me gemer enquanto a sentia lamber e mordiscar a minha nuca.
Tentava “agarrar-me” à parede, arranhava o azulejo com as unhas e senti os dedos dela irem novamente até ao meu cuzinho.
Empinei mais o rabo e foi o necessário para ela perceber e meter um dedo que entrou facilmente, tão fácil que ela tirou e, na 2ª vez, meteu dois dedos e já não parou o entra-e-sai dos dedos dela no meu cuzinho, indo às vezes roçá-los na minha coninha para depois voltar com os dedos ainda mais molhados para o meu cuzinho.
Eu já sentia as pernas a tremerem, eu já gemia (embora sempre baixinho, afinal estávamos num cubículo de uma casa de banho), eu tentava-me agarrar à parede a todo o custo, sempre com ela a prensar-me contra a parede.
“eu disse que fiquei com vontade de te foder e sempre ouvi dizer que gostavas no cu”, sussurrou ela ao meu ouvido enquanto alternava as palavras dela com mordidas leves na pontinha da minha orelha, sem parar de me foder o cuzinho com os seus dedos.
Com a outra mão que estava livre, ela foi tentando agarrar uma das minhas mamas que, até àquele momento, estava contra a parede. Agarrou-a e retorcendo e puxando o biquinho da mama, fazendo-me contorcer ainda mais até lhe dizer, baixinho e ofegante, que me ia vir e, empinei ainda mais rabo para sentir os dedos dela ainda mais fundo e ela, percebendo, ainda fez o gesto para tentar precisamente enfiar os dedos o mais fundo possível.
Sentindo as palpitações ali a acumularem-se no buraquinho, a minha respiração tornou-se mais forte e fui presenteada pelo meu orgasmo.
Ainda com as pernas a tremer, virei-me devagar, ficando frente a frente com ela, que me lambeu os dedos que me foderam e depois beijou-me, fazendo-me sentir o meu próprio sabor.
“não tens de ir apanhar outro transporte” disse-me ela e eu respondi que sim mas que não sabia as horas.
Vi no relógio dela e estava quase mas disse-lhe que ela não se tinha vindo.
“fica para a próxima vez que nos encontrarmos” respondeu ela com um largo sorriso.
Puxei as calças para cima, pegámos nas malas que estavam no chão, saímos do cubículo da casa de banho e fomos ao lavatório recompormo-nos.
Eu sai da casa de banho em direcção ao próximo transporte enquanto ela ainda ficou na casa de banho.
A pena é que ainda não houve uma próxima vez porque não voltei a encontrar esta conhecida e bem que nos últimos tempos tenho andado tanto de transportes…

Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

P.S. divirtam-se bastante sem preconceitos nem tabus mas sempre com protecção 😉

domingo, 21 de abril de 2019

Boa Páscoa

O dia está quase nos finalmente de acabar mas ainda vou a tempo pois, apesar de adoentada, não podia de deixar aqui o meu desejo de uma Excelente Páscoa para todos os leitores aqui deste cantinho que é o Blog da "Maria" 😊

Tenham um resto de domingo de Páscoa feliz.

Divirtam-se muito mas sempre com precaução 😉

Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄




segunda-feira, 15 de abril de 2019

O iogurte



Numa dada altura da vida, a minha vida ficou bastante limitada por causa da saúde.
Agora os limites ainda existem (pois o problema ainda existe) mas consegui uma melhor adaptação ao dia-a-dia.
Mas, no início do problema, os limites eram muitos e muitos e muitos, sendo que acabou por limitar obviamente o sexo.
Não só porque fisicamente me encontrava imensamente debilitada mas também porque me impedia de beber o leitinho daquele um ou outro “amigo” fixo e com quem havia confiança para isso.
Mas eis que um desses “amigos” fixos e de confiança teve uma excelente ideia.
Lembrou-se ele “porque não esporra no iogurte”?
Então, numa tarde, o “amigo” foi-me buscar, ficámos um pouco a conversar sobre banalidades mas com alguns amassos à mistura.
Mão aqui, mão ali, beijo aqui, beijo acolá, já com as mãos dele nos meus peitos, por dentro da camisola a puxá-los para fora da roupa.
Dou uma ajudinha e tiro mesmo a camisola, fico só de soutien, ao que ele rapidamente baixa essa peça de roupa e começa a mamar nos meus peitos, ora passando a língua nos biquinhos, ora mordiscando-os, alternando entre um e outro peito.
Sendo “amigo” de já há algum tempo, sabia que isso me deixava muito excitada e, com essa sabedoria, foi descendo a mão dele, abriu-me as calças e enfiou a mão dele dentro da minha cuequinha, sentindo a minha coninha já bem molhada.
Aí começou a dedilhar o meu botãozinho, fazendo-me gemer enquanto alternava as lambidas nos meus biquinhos das mamas e beijos na minha boca.
Desceu mais um pouco a mão e enfiou, duma só vez, dois dedos na minha cona, metendo-os e tirando-os, fazendo-me contorcer de prazer e pedindo mais, ao que o “amigo” enfiou assim três dedos e começou a foder-me a cona com os seus dedos.
Naquele momento só se ouviam as nossas respirações alteradas e aquele barulho molhado dos dedos dele a foderem-me a cona encharcada.
Num gesto brusco, agarro a mão dele e quase que forço os dedos a entrarem mais fundo na cona, até sentir os espasmos e vir-me nos dedos dele.
“agora é a vez do iogurte” diz o “amigo”.
E passa-me uma colher e um iogurte que trouxe com ele, bem geladinho e deu-mo para as minhas mãos, o que também foi sorte porque era final do outono e estava fresquinho no carro dele, o iogurte manteve-se bem fresco.
Era um iogurte daqueles naturais açucarados, que prontamente tirei a tampa enquanto o “amigo” colocou o seu pau para fora das calças, bem duro e já com a cabeça a babar.
“não te digo para me chupares porque sei que não podes”
“não posso muito mas ainda posso um pouco” e inclinei-me iniciando uma mamada no pau do “amigo”.
Não conseguia chupá-lo por inteiro (por causa do que contei em relação à saúde) mas ia mamando a cabecinha, deixando a minha saliva escorrer-lhe pelo pau e ajudava com uma punheta, alternando assim as lambidelas com a minha mão.
Já o conhecendo, usei a mãozinha de forma rápida e as lambidelas que se seguiram foram com alguma pressão, o que resultou pois o “amigo” disse que não estava a aguentar-se.
Em pouco tempo, o “amigo” disse que se ia vir, começando a retorcer o corpo e a gemer.
Continuei a punhetá-lo e a sentir as contracções no pau dele a anunciar a esporra que ia sair.
Com a outra mão, agarrei no iogurte e mirei juntou à cabecinha do pau e, com a ajuda do “amigo”, que fez ele os dois últimos movimentos da punheta, aquela esporra começou a sair directamente para o copinho do iogurte.
Nenhuma gotinha ficou desperdiçada e, enquanto o “amigo” se recuperava do seu orgasmo, eu levei a colher até ao copinho e misturei a esporra com o iogurte.
Com a colher bem cheia, deixei aquela mistura agridoce encher-me a boca, mostrei para o “amigo” ver a esporra dele com o iogurte na minha boca e engoli, engoli tudo até comer o iogurte todo com a cara de satisfação do meu “amigo” de me conseguir satisfazer apesar do meu limite.
Depois desta 1ª vez com o iogurte, o “amigo” presenteou-me diversas vezes com “iogurtes misturados” e até com aquelas sobremesas que se compram no supermercado tipo mousse de chocolate.
Abençoada ideia que o “amigo” teve 😉
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

Nota: este tipo de "brincadeiras" só mesmo com "amigos" fixos e de confiança. Nada de arriscar, a precaução deve estar acima de tudo.



terça-feira, 26 de março de 2019

Estive ausente sim...



Pois é...
Devem já ter reparado que tenho andado muito ausente aqui das escritas no blog.

Já antes tinha explicado que estava a passar por umas coisitas assim um bocadinho complicadas.
Digamos que foram uns meses difíceis, complicados, com muito trabalho e também muitos problemas à mistura, com algumas situações até ligeiramente dramáticas mas já está quase tudo ultrapassado 😊

E, no meio de tudo, recentemente embarquei num novo desafio profissional que me anda a manter ainda mais ocupada do que era habitual e com horários muito apertados para depois conseguir vir aqui escrever as minhas aventuras.

Sim porque as aventuras têm continuado, o corpo tem cedido às muitas tentações carnais 😉

Mas com este novo desafio profissional tenho andado muito cansada e digamos que, quando chego a casa, não me apetece voltar a ficar na frente de um computador…

No entanto, hoje ganhei “força” para vir aqui escrever sobre umas pequenitas peripécias que tem acontecido e, pelo que já percebi, irá continuar a acontecer eheheh

Recentemente voltei a deslocar-me em hora de ponta nalguns transportes públicos.
E com essas deslocações voltei a ter situações de estar tipo “sardinha em lata” e com algumas mãozinhas marotas.

Sim porque na realidade nos transportes públicos há senhores que têm umas mãozinhas marotas que se aproveitam do espaço ser muito apertadinho.

Ora, claro está que pode haver quem se sinta incomodada com isso.
Mas aqui a “Maria” não se incomoda, até acha alguma piada e, nestes últimos tempinhos, já me aconteceu um pouquinho de tudo.

Desde um senhor ter ficado frente a frente comigo no transporte e a sua mãozinha ter apalpado a minha parte da frente assim na zonazinha inferior…
Ou ficar com um rapazito totalmente colado a mim (culpa da enchente do transporte claro) e a parte inferior dele ficar bem a tocar-me no rabo.
Ou até um senhor, também por culpa da enchente do transporte, ter-se desequilibrado e ter feito da minha maminha um meio de se agarrar…

Digamos que cada dia tem sido uma verdadeira aventura entre os transportes públicos e as mãozinhas marotas dos senhores.

Tendo em conta que às vezes os transportes vão tão cheios que nem espaço dá para mexer na minha mala para tirar os phones e colocá-los para a viagem nos transportes não custar tanto, acreditem, caros senhores que se cruzam com a “Maria” (embora desconheçam quem é a Maria eheheheh), que estas peripécias ajudam a passar melhor a viagenzinha nos transportes eheheheh 😉

Entretanto, assim que der, irei colocando aqui as várias aventuras que tenho vivido 😉

Divirtam-se muito mas sempre com precaução 😉

Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄




quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

13 de Fevereiro


A publicação vai com um dia de atraso mas esta semana tem sido uma loucura, não tem havido oportunidade para vir aqui escrever.

No entanto, não podia deixar passar em branco o dia que ontem foi celebrado.
Ontem, dia 13 de Fevereiro foi celebrado o Dia Internacional do Preservativo.


Pois é, este nosso amiguinho também tem um dia.

O “Dia Internacional do Preservativo” foi criado em 2012 para promover o uso responsável do preservativo de forma a prevenir a transmissão de determinadas doenças sexualmente transmissíveis e evitar a gravidez indesejada.

A data de “13 de Fevereiro” foi escolhida de propósito por ser véspera do dia de São Valentim, o dia do Amor (e da Amizade), Dia dos Namorados.

E, falando no dia de S. Valentim, já no post do ano passado eu tinha dito que considero um dia normal como todos os outros.

Detesto dias comerciais, dias previamente estipulados, dias estereotipados.

Para mim, qualquer comemoração deve ser feita todos os dias e não apenas lembrada num único dia.

Por isso aqui a vossa Maria deseja a todos os leitores um excelente dia de 5ª feira mas que comemorem todos os dias o dia de S. Valentim e que usem sempre o amiguinho preservativo nessas comemorações 😉
Beijo da vossa 💋Maria dos Prazeres💋






terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

A Nota


A vantagem de se trabalhar com a escrita, com um computador, essencialmente com leituras, cabeça, raciocínio e também presencialmente com a voz, é que, para trabalhar, podemos estar em qualquer sitio e a qualquer hora, sem ser preciso estar num local de trabalho fixo.
E também sendo esta área tão importante na sociedade, muitas pessoas necessitam de ajudas, até alguma amiga, que foi o caso deste relato.
Uma amiga, de uma área diferente mas que tinha uma pontinha de estudo da minha área, teve uma nota negativa num exame da sua área profissional precisamente porque envolvia um pontinho sobre a minha área e ela achava que estava certa na sua interpretação e, como queria recorrer da nota, pediu-me explicações e ajuda para elaborar o pedido de revisão de nota.
Combinámos então uma tarde logo a seguir ao almoço na casa dela.
Lá fui eu munida do meu computador e alguns livros e sentámo-nos no sofá, eu a ler o exame dela, ela a explicar o ponto de vista dela (que, por sinal, estava certo), eu a explicar como se devia argumentar e ela a tirar alguns apontamentos, embora no final acabei mesmo eu por redigir o pedido de revisão.
Acabado o trabalho, ela foi buscar um sumo bem fresco e continuámos no sofá a conversar sobre diversas coisas, entre elas o facto dela estar meio tristinha.
Pensei que era pelo tal exame mas afinal era porque se tinha chateado com o rapaz com quem andava a sair.
Fiz o meu papel de amiga e deixei-a desabafar, até ao ponto que ela larga-se num pranto a chorar.
Tentei acalmá-la mas, vendo que as palavras não estavam a resultar, aproximei-me dela no sofá e abracei-a, dizendo que as coisas se iam resolver e toda essa conversa que tudo ia ficar bem.
Para ver se a calma regressava, fiz-lhe umas festinhas na cabeça até as suas lágrimas começarem a parar. E é então que P me diz “quem me dera que o A fosse tão carinhoso como tu és”.
Fiquei sem saber o que dizer naquele momento, por isso limitei-me ao silêncio e apenas continuei a dar as festinha na cabeça, com ela ainda abraçada a mim e com a cabeça no meu ombro e a ajeitar-se ainda mais encostada a mim…
Senti ela a melhorar o ânimo e fiz o gesto de começar a desencostar-me dela, de terminar o tal abraço, afinal era só mesmo para ela melhorar…
Mas P perguntou se podíamos ficar assim mais um bocadinho porque estava a sentir-se bem…
Mas a surpresa veio quando P se começa a encostar mais nesse abraço, ficámos mamas com mamas e eu, mesmo surpreendida, tentei afastar-me ligeiramente calculando que fosse uma espécie de engano mas…P não deixou e reforçou ela mesmo o abraço, ficando com as mãos dela nas minhas costas fazendo-me “festinhas”…
E ajeita-se ainda mais fazendo com que eu me incline um pouco para trás no sofá e vira o seu pescoço de modo a que a cara dela fica quase colada à minha, sentindo a respiração dela no meu pescoço…
Confesso que, na altura, fui apanhada totalmente desprevenida pois uma possível situação com aquela amiga nunca me tinha passado pela cabeça.
Mas, num reflexo, retomo as festinhas no longo cabelo dela e as minhas mãos acabam por começar a passar também pelas suas costas, passando os dedos pelos ombros e braços dela.
Sinto P suspirar, sinto ainda a sua respiração no meu pescoço mas sinto os lábios dela a começarem a tocar a minha pele, lentamente do pescoço até chegar quase aos meus lábios.
E foi nessa altura que eu resolvi parar e perguntar-lhe o que ela estava a fazer.
P levantou-se um pouco, sentada sobre mim no sofá e então, brevemente, ela contou-me que, durante o tempo que estudou, tinha experimentado com outras colegas e tinha gostado mas que queria experimentar com uma mulher mais velha (sim eu sou uns aninhos mais velha que ela) e que sabia que eu assim muito para a frente nestes assuntos e, enquanto dizia isto,  começou a passar as mãos ao de leve por cima da minhas mamas.
P vai aproximando o rosto dela do meu até os nossos lábios se tocarem com a mesma suavidade de um toque totalmente carinhoso.
Com ela totalmente em cima de mim, beijámo-nos, fomos entrelaçando os corpos uma na outra ao mesmo tempo que misturamos as línguas e a saliva.
P levanta o seu corpo por um momento e começa a tirar a blusa dela, sendo que eu segui o mesmo caminho e tirei a minha camisola, tirando ela o soutien e eu também e de seguida tirou as calças e as cuequinhas dela e eu fiz o mesmo.
De novo deitadas no sofá, P atirou-se literalmente para cima de mim, beijando-me e agora já com as mãos a agarrarem com força as minhas mamas.
Não me fiz de rogada e deixei as minhas mãos passearem pelo seu corpo e descansei as mãos igualmente nas maminhas dela, sentindo-a gemer baixinho.
Tendo percebido o sinal, continuei com as mãos nos peitinhos dela, começando a beliscar levemente os seus mamilos e senti P reagir mais fortemente.
Então, aproximei a minha boca e comecei a beijar carinhosamente aquelas maminhas, apertando-as levemente, mamando até que resolvi mordiscar aqueles biquinhos.
P foi ao delírio e gemeu mais alto, pressionando as mamas dela ainda mais contra a minha cara.
Depois desse gatilho accionado, passei a mordiscar ainda mais as maminhas da P, alternando entre umas lambidelas e umas mordidelas, com ela ainda em cima de mim e também a brincar com as minhas maminhas.
Num gemido mais forte, P acaba debruçando mais sobre mim e beija-me. Entre beijos diz-me que não aguenta mais, que está cheia de tesão e que se quer vir e, enquanto diz isto, pega na minha mão direita e leva ela própria a minha mão até à coninha dela.
A coninha dela escaldava e escorria de tanto tesão.
Ainda com ela em cima de mim, fui passando os dedos ao de leve no clitóris dela, fazendo o tesão dela aumentar ainda mais.
Quando senti que a excitação dela estava no máximo, fiz ela sair de cima de mim, atirando-a para a outra ponta do sofá, abri as pernas dela e comecei a beijar o inicio da sua coninha…passava a língua nas suas bordas, de um lado, de outro mas sem nunca tocar no seu botãozinho…meti a língua na entrada da sua coninha e fui subindo, subindo até chegar ao seu botãozinho….deixei a minha língua tocar no seu grelinho duro e inchado e comecei um vai-e-vem de língua no grelo e na cona, alternando com lambidelas e mordiscadelas no grelo, arrancando de P gritos de prazer e pedidos de “mais”.
Afundei-me completamente no meio daquelas pernas até P não aguentar e vir-se num orgasmo bem sonoro.
Sentindo o corpo de P amolecer pelo recente orgasmo, fui deixando-a recompondo-se e fui  para o meu lado do sofá, quando P se mexe e vem para cima de mim, beijando-me e começando a lamber-me os lábios que ainda estavam com o sabor da coninha dela, até que sinto a mão dela a chegar à minha coninha que, a essa altura, já pingava…
Com os seus dedos, começa a massajar-me o grelo enquanto me continua a beijar.
Aos poucos, vai deslizando os dedos até meter um dentro da minha coninha, metendo e tirando o mais fundo que consegue.
Depois mete dois dedos dentro de mim, fazendo-me gemer ainda mais.
Percebendo que estou a gostar, vai fundo com os dois dedos fodendo-me com fortes estocadas.
Senti P colocar o terceiro dedo e começar a foder-me a coninha com mais força, arrancando de mim mais gemidos.
Sem parar de me foder com os dedos, P leva o dedo polegar da sua mão esquerda até ao meu grelinho e começa a massajá-lo, preparando-me para assim enfiar 4 dedos na minha coninha….
E foi assim, com as estocadas dos quatros dedos de P que gemi, arfei e senti o meu corpo em espasmos até explodir num intenso orgasmo.
Acabamos por ficar um pouco ali no sofá deitadas a recuperar, até darmos conta da hora e nos irmos despachando, não fosse alguém da família dela chegar lá a casa.
Beijos da vossa 💋Maria dos Prazeres💋




domingo, 10 de fevereiro de 2019

Intervalo



Pois é, quem segue o Blog, percebeu que houve aqui  um bom tempinho em que não publiquei nada.

Foi necessário fazer este intervalo, houve motivos bem pessoais que levaram a esta necessidade.

Não vou mentir a dizer que a partir de hoje começo a publicar todos os dias mas posso dizer sim que vou, lentamente, retomar a escrita aqui no blog e para isso adianto que nos próximos dias haverá um novo relato meu aqui para publicar.

Aproveito para agradecer a quem não deixou de seguir o blog, a quem aproveitou para reler as minhas aventuras, a quem enviou emails preocupados com a minha ausência.
A todos, obrigada!

As coisas ainda estão a ser levadas, a escrita está a retomar aos poucos mas as aventuras…essas há muitas para contar!

Até lá, divirtam-se muito sem preconceitos mas sempre com protecção 😉

Beijos da vossa 💋Maria dos Prazeres💋


segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Boas Festas


Obrigada a todos que este ano acompanharam as aventuras que vou aqui escrevendo.
Que, em 2019, continuem a seguir o Blog aqui da “Maria” pois há sempre coisinhas para vos contar.
É verdade que este mês de Dezembro não há quase publicações mas foi um mês muito complicado a nível pessoal, afinal aqui a “Maria” também é humana, também tem família, também tem problemas, nem tudo é só um mar de rosas e de diversão.
Mas prometo que o novo ano trará novas publicações aqui no blog.
Venham cá ao blog fazer uma visitinha, fiquem atentos pois 2019 vai trazer coisas boas.
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Mais estudos ou então não…


Anteriormente relatei algo com um coleguinha do tempo de faculdade.
O relato de hoje é com outro coleguinha, este já estávamos no 4º ano de faculdade, inclusivamente ele era mais velho que eu uns anitos.
A lenga-lenga da conversa começou também pela questão de se estudar mas, ambos com maturidade já mais desenvolvida, encaminhámos a conversa para o que se queria, até que ele convidou para “estudar” na casa dele.
Explicou que morava com a família mas que durante o dia não estava ninguém.
Fomos para casa dele, a zona não era assim muito agradável mas, sinceramente, não era isso que interessava… ou talvez passasse a interessar, como depois se vai perceber…
Como já sabíamos que não íamos estudar nada, não perdemos mesmo tempo e fomos directos ao que interessava.
Ficámos na sala mas ele encaminhou-me para a marquise, ou melhor, para a janela da sala que tinha uma pequena varanda que estava fechada e transformada numa marquise que era uma pequena extensão da sala com um sofá que dava mais ou menos para duas pessoas.
E aí começámos altos amassados, boca aqui, boca ali, mão aqui, mão ali, tira uma peça de roupa agora, tira uma peça de roupa depois.
Já sem soutien, ele começa a abocanhar as minhas mamas, chupando-as, lambendo-as, mordiscando os meus biquinhos.
Mas esse clima de tesão foi cortado quando se começa a ouvir uma voz masculina a dizer “vai J…., ataca essa”.
Nessa altura, fui “acordada” do clima de tesão e vejo um senhor já com idade avançada na janela do prédio ao lado, que era quase pegadinho ao prédio do coleguinha, a ver a janela da tal pequena marquise onde estávamos.
Digámos que me assustei naquele momento.
Então o coleguinha explicou-me que ali era uma zona com pessoas mais necessitadas e que se ajudavam uns aos outros e que aquele senhor vivia sozinho, devido à idade avançada já não saia de casa, iam lá a casa tratar dele e que uma das “ajudas” que o coleguinha dava era foder ali na marquise para o senhor ver, era o prazer que o senhor tinha, ver…
Enquanto me explicava isto, o coleguinha ia passando as mãos nas minhas mamas apertando os meus biquinhos, ia beijando-me para voltar a entrar no clima mas, nesse dia, talvez devido ao meu espanto pela situação, apenas aconteceu uma mamada, com direito a uma esporradela na minha cara mas sempre com o tal senhor a mandar os seus bitaites sobre o que estávamos a fazer.
No entanto, a situação deixou-me curiosa e, por isso, resolvi que as coisas com o coleguinha não iam ficar só pela mamada daquele dia mas, claro, perguntei ao coleguinha se estava interessado em repetir o que ele prontamente disse que sim, que pensou é que eu não queria por causa da tal situação.
Eu expliquei-lhe que tinha pensado melhor e que isso ate poderia ser excitante.
O que levou então a vários encontros, várias fodas na tal pequena marquisezinha com o senhor de idade avançada a ver pela janela dele e a mandar as suas bocas.
Embora pensei que o homem “morria” quando o coleguinha me resolveu comer o cú.
Já depois de eu mamar-lhe o caralho e de me foder a cona por uns minutos, o coleguinha pergunta se dou o cú.
Naturalmente que os caros leitores que me seguem aqui no blog sabem qual foi a minha resposta, certo?
A única coisa que lhe disse é que tinha de estar bem lubrificado.
Então ele levantou-se e foi ao quarto buscar um creme. (sim porque nessa altura eu ainda não andava sempre com a minha bolsinha na mala com um frasquinho de óleo).
Mas o senhor de idade não tinha percebido (pois não dava para ouvir os sussurros) e disse “oh J… então onde é que vais?” e eu, na maior cara de pau com uma grande lata a querer ser mázinha, respondi que o J…foi buscar algo para ajudar a comer-me o cu.
Pensei que o homem “morria”, começa a dizer frases quase desconexas tipo “mas ele vai-te ao cu? Esta tenho mesmo de ver. Tu não vais aguentar” e coisas assim.
“claro que vou aguentar, fique aí à espera para ver” respondi eu mesmo de propósito, pois digamos que o coleguinha essa assim avantajado, uma grossura normal mas com um comprimento a passar dos 20cm.
O coleguinha chegou com um creme, que abriu enquanto eu peguei com as mãos no pau dele para o mamar mais um pouco e contei que ali o senhor mirone disse que eu não ia aguentar e que eu mandei ele esperar para ver.
Isso fez o pau do amiguinho endurecer ainda mais, ficando pronto para colocar outro preservativo e foder-me.
Eu virei-me e empinei o rabo apoiando-me no sofá e o coleguinha foi metendo um dedo com creme no meu cuzinho, metendo e tirando, depois colocou mais creme e meteu dois dedos e novamente foi metendo e tirando e reforçando a dose de creme, ate eu pedir para ele me foder.
O coleguinha passou creme no pau dele e encostou a cabecinha no meu buraquinho do cu e começou a forçar, enquanto o senhor mirone ia dizendo frases como “agora é que vai ser” e coisas assim.
Sinto a cabeça do pau a passar a entrada do meu cuzinho e aquele caralho a deslizar lentamente para dentro, lentamente ate entrar mesmo todo e sentir as bolas dele a baterem-me nas bordas da cona.
“estás bem?” perguntou o coleguinha, ofegante eu respondi que sim, que não havia problema, que me podia foder.
“tens a certeza?” ao que respondi “à vontade e com força” mas só depois percebi que devo ter dito mais alto do que sussurrar pois o senhor mirone disse: “fodasse essa gosta”.
Depois disso, o coleguinha iniciou uma fodaça em que estocava o meu cuzinho com movimentos de entra e sai enterrando aquele pau comprido dentro de mim.
Agarrou nas minhas largas ancas e aumentou o ritmo das bombadas e eu confesso que, nesse momento, até me esqueci do senhor mirone e comecei a gritar ao sentir aquela pau a ir bem fundo e com força.
Senti todo o meu corpo estremecer, com espasmos e o meu cuzinho a contrair e a pedir que ele não parasse agora e lembro-me do senhor mirone dizer “a puta está-se a vir”.
E vim-me mesmo, sem ligar ao facto do homem estar a ver, vim-me, gritei a dizer que era bom e que não tirasse de dentro.
Enquanto ainda estava naquele limbo após o meu orgasmo, o coleguinha ainda bombava no meu cuzinho mas, igualmente, não demorou muito e anunciou que se ia vir, tendo aumentado a velocidade das estocadas e, numa enfiadela com mais força, tendo-se vindo no preservativo todo bem la no fundo do meu cuzinho.
Quando nos recompusemos, o senhor mirone disse que ia tendo um ataque de coração e que desta vez o J…tinha encontrado uma putinha.
Depois dessa vez, ainda houve mais fodas naquela pequena marquise com o senhor mirone a ver, embora depois o senhor adoeceu e ficou de cama, o que levou a que as restantes fodas com este coleguinha nesse ano lectivo já não foram vistas pelo senhor.
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄




sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Estudos

Nunca fui uma aluna totalmente excelente. Era boa nalgumas matérias mas era mediana noutras matérias e na faculdade isso continuou igual, umas compensavam as outras.
Era o meu 1º ano naquela faculdade mas eu já vinha de outra faculdade e, como não deram equivalência, tive de começar mesmo no 1º ano e repetir cadeiras o que, de algum modo, facilitou o método de estudo uma vez que estava a repetir o que já tinha dado.
E na altura da 1ª época de exames, havia um colega que estava com dificuldade numa cadeira que, por sinal, eu até me safava bem, devido à tal repetição que tinha de fazer.
Comecei por lhe tirar umas dúvidas no bar da faculdade, depois começámos por faltar a algumas aulas para ficar a dar-lhe umas explicações (ainda era uma época em que não havia faltas nas faculdades), até que o exame estava mesmo a aproximar-se e começámos a resolver enunciados de outros exames de turmas anteriores.
Mas, como era altura de exames, muitos colegas também começaram a faltar a aulas para ficar no bar a estudar (acreditem, estudava-se muito melhor do que numa biblioteca) e o grupo de estudo começou a alongar-se, o que o desconcentrou pois o grupo queria estudar de uma maneira (fazendo perguntas uns aos outros) e ele queria continuar a resolver enunciados anteriores.
Confesso que também preferia o método dele (comigo sempre resultou essa forma de estudo mas respeito o método de todos os outros), então ele sugeriu irmos para o café frente à faculdade.
Eu torci um pouco o nariz pois no café sim havia hipótese de não se conseguir o ambiente de estudo, até que ele sugeriu a casa dele.
Perguntei se não havia problemas, ele disse que não, que nesse dia a mãe dele estava em casa porque estava de folga mas que não havia problemas. Explicou onde era, até era simples, era 5 estações de metro, cerca de uns 10 minutos ou menos de viagem e era uma zona agradável.
Ok, lá fomos estudar para casa dele. Tudo muito normal, realmente com a mãe dele em casa a gozar a sua folga e nada de extraordinário, foi uma tarde de estudo normalíssima.
Só que as sessões de estudo na casa dele continuaram noutros dias e até para outras cadeiras da faculdade, com a confiança a aumentar e o facto de estar em território dele, o colega de estudo começou a revelar-se mais atrevido.
Até que num dia, chegámos a casa dele, fomos normalmente para sala onde estudávamos, ele tinha o portátil na mesinha baixinha ao pé do sofá e mexeu no portátil, que não estava desligado, estava naquele estado suspenso (ou hibernado) por isso, quando o ligou, estava exactamente como ele tinha deixado e a 1ª coisa que apareceu no ecrã era um vídeo de um site porno.
Ele, nitidamente a fingir, pediu desculpas e eu, que de parvinha sempre tive pouco apesar de adorar fingir-me de parva, disse que não tinha problema, que não era nada que eu também não visse e que, vai na volta, era algum vídeo que eu ate já tinha visto.
E, enquanto dizia isto, fui eu até ao portátil dele e carreguei no play para ver o vídeo.
Claramente percebi a intenção dele e resolvi fazer aquilo tudo de propósito e disse que, por acaso, aquele vídeo ainda não tinha visto e com a maior das naturalidades sentei-me no sofá, como se ver o vídeo fosse a mesma coisa que sentarmo-nos ali mesmo para conversar ou até estudar.
Nessa altura é que percebi que ele ficou espantado com a minha naturalidade, penso que devo ter estragado o joguinho dele mas, para dar andamento à coisa, disse-lhe para se sentar ali também a ver.
Ainda espantado, sentou-se também no sofá e vimos mais uns segundos do vídeo, lembro-me que naquele momento era uma cena de sexo oral e eu comentei que era interessante.
Começando a mostrar que já não estava assim espantado, descaradamente ele ajeita o volume que já se mostrava nas calças e perguntou “interessante? Gostas do que vês no vídeo?”
E pronto, digamos que aí cansei-me do joguinho e resolvi ser mesmo eu e dizer “do que vejo gosto mas gostar mesmo gostar, gosto mais de fazer do que ver em vídeo” e, quando acabei de dizer isto, retirei a mão dele de cima do tal volume nas calças e coloquei eu a minha mão e apertei levemente aquele pau já meio endurecido.
Finalmente todo o espanto dele se foi embora e entrámos definitivamente no clima certo com beijos cheios de vontade, leves mordidas no pescoço e a minha mão já a desapertar-lhe as calças e a enfiar a mão por dentro delas e a punhetá-lo ao de leve enquanto a parte dos amassos acontecia.
Claro que não demorei a colocar o pau dele para fora das calças, um pau de grossura razoável com uns 15/16cm, daqueles que enche a boca mas não causa problemas na garganta porque não vai fundo, o ideal para um oral sem problemas para quem não gosta de garganta funda (como eu não gosto nem posso), o que me levou a baixar a cabeça e abocanhar de forma directa aquele pau, fazendo com que ele gemesse e dissesse: “pára pára”.
O que é que eu pensei? Que não tinha dado conta e o tinha aleijado…
“aleijei-te?”
“não, nada disso. É que…”
“é que….?”
“é que assim venho-me depressa…”
“assim como?”
“assim…” e ficou meio envergonhado…. “assim a meteres já tudo na boca”… “é que tenho pouca experiencia”.
Pronto, tinha percebido e disse-lhe isso, que já tinha percebido e que ia com mais calma.
Então voltei a punhetá-lo e, demoradamente, fui encostando os lábios à cabecinha do pau dele, deixei apenas os lábios deslizarem pelo pau, quase que numa “tortura” da cabecinha até às bolas.
Depois fui lambendo a pontinha, a cabecinha do caralho, deixando a saliva ir saindo da minha boca, escorrendo pelo pau e depois continuava a punhetá-lo com o pau bem salivado enquanto continuava só a mamar na pontinha do caralho.
Aos poucos fui descendo a boca mas sempre com movimentos demorados mas fui descendo até sentir o pau dele todo na boca, fazendo com que ele suspirasse profundamente.
Mas aí fui eu que não me aguentei e comecei a mamá-lo com vontade, de cima a baixo, da cabecinha até à base, por vezes deixava a boca só na pontinha do caralho e deixava a saliva escorrer pelo pau até às bolas e voltava a mamar, olhando para ele que estava com a cara totalmente em êxtase o que, conjuntamente com os seus gemidos que aumentaram de volume, deu para perceber que ele estava a gostar e muito.
Pois não demorou mesmo nada para me dizer que se ia vir.
Voltei a punhetá-lo vigorosamente mas com a língua a lamber-lhe a pontinha do pau, até que ele próprio afasta a minha mão, pega ele próprio no caralho, faz dois movimentos de punheta e vem-se em grande quantidade, deixando-me com a cara bem esporrada.
Em modo recuperação do seu orgasmo, pede-me desculpa por me ter sujado a cara, ao que eu digo que não tem mal nenhum pois afinal eu gosto de uma boa leitada.
Nesse dia, a sessão de estudo depois decorreu normalmente com o coleguinha já bem aliviado.
Como disse antes, as sessões de estudo continuaram até para outras cadeiras da faculdade dessa 1ª época de exames.
Durante o semestre seguinte, houve mais visitas à casa dele até para avançarmos mais do que o oral mas digamos que realmente ele tinha pouca experiência no assunto e não era muito bom no resto, o que levou que, muitas vezes, ficávamos pelas mamadas e esporradelas na cara.
A situação durou ate ao fim da 2ª época de exames pois, entretanto, o coleguinha mudou de faculdade e perdemos o contacto.
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄
Bom Fim de Semana




quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Relaxar...


Estou de regresso.
Pois é, queridos leitores.
Estou de volta ao blog.

Ainda não totalmente a 100% pois isto tem sido muito desgastante, uma verdadeira roda-viva e, quando chego ao final do dia, o cansaço apodera-se de mim e a vontade de continuar na frente de um computador a escrever as aventuras, tem sido nula.

E, por vezes, temos de agarrar o touro pelos cornos e trabalhar trabalhar trabalhar mas a coisa agora já amansou, apesar de eu precisar de uns diazinhos de descanso (não esquecendo que este ano as minhas férias foram 4 diazinhos conforme escrevi neste post: pequenina-pausa).

Mas o que me valeu nestas semanas complicadas foi o contacto que mantive com os “amigos”, pelo menos, com os habituais.

É verdade que até nem tive tempo para vir aqui publicar “a saga das mensagens recebidas”.
Mas algumas mensagens valeram bons momentos de relaxamento.

Como a mensagem do “amigo” M que perguntou, certo dia, se eu “podia”.

Eu disse que estava muito cansada, não ia dar, ao que ele respondeu que se eu estava cansada, então é que devia de dar, que era para eu aproveitar e descansar um bocadinho.
Ainda respondi que não mas ele lá me convenceu com o argumento de que naquele dia também queria algo levezinho e que se ia dedicar a mim.
Lá combinámos na estrada principal, onde nos encontrámos e seguimos no carro dele para o sitiozinho escondidinho aqui na zona.
Nos 3 minutinhos do caminho, M disse que notava-se pela minha cara que eu estava cansada, eu disse “exausta”, ao que M respondeu que então hoje ficamos só nos amassos.
“a sério que queres só isso?”
Nisto já tínhamos chegado e parado e M responde “não dizes que estás cansada?” e puxa-me para ele, beijando-me.
Eu que não muito dada a momentos desses, talvez mesmo pelo meu estado e pela surpresa do gesto, acabei por me deixar levar pelo momento.
Foram muitos os beijos quentes, beijos de língua, língua pelo pescoço, leves mordidas nos lábios até chegar à pontinha da orelha e igualmente levar uma leve mordida, não demorando para as mãos também entrarem em acção, não sem antes M ter baixado os nossos bancos para facilitar os movimentos.
As mãos de ambos começaram por percorrer o corpo por cima das roupas mas depressa sinto as mãos dele a entrarem por baixo da minha camisola à procura das minhas mamas.
Com a mão direita segura-me a cabeça puxando os cabelos, beijando-me e com a mão esquerda empurra para cima o meu soutien e agarra com força a minha mama direita, fazendo-me gemer de tesão.
Num gesto impulsivo deslizo a minha mão direita por cima das calças dele, acariciando aquele volume que já se notava à muito.
Agora com as duas mãos, M já tinha levantado totalmente a minha camisola e entretinha-se a mamar nos meus peitos, lambendo-os, mordiscando os biquinhos, espremendo-os e puxando-os com as mãos, enquanto eu alcançava o seu pau duríssimo e colocava-o para fora das calças e sentia o seu calor e dureza nas minhas mãos.
Iniciei um vai e vem com as minhas mãos naquele pau endurecido enquanto sentia a boca de M nas minhas mamas e as mãos dele a tentarem tirar-me as calças.
Por segundos parei de punhetá-lo para ser eu a facilitar e tirar as minhas próprias calças juntamente com as cuecas, ficando ali no banco com as pernas abertas à mercê das mãos de M.
M volta a beijar-me enquanto lhe volto a pegar no pau para punhetá-lo, recostando-me novamente no banco sentindo a mão dele a descer até à minha coninha.
“olha lá como estás encharcada” diz M entre os dentes enquanto me morde o lábio e começa a fazer movimentos circulares esfregando o meu grelinho, fazendo-me gemer.
Enquanto a minha mão esquerda continuava a punhetá-lo agora com maior movimento, sinto dois dos seus dedos a entrarem na minha coninha iniciando um entra-e-sai cada vez mais ritmado.
“Mete mais um” pedi eu.
M fez-me a vontade mas por poucos segundos.
M meteu o terceiro dedo na minha coninha mas por breves segundos, o tempo suficiente de molhar o dedo, deslizar o dedo molhado até à entrada do meu cuzinho e, sem resistência, enfiá-lo todinho no meu cuzinho.
Manteve os dois dedos na minha coninha encharcada enquanto fodia com vontade o meu cuzinho com o outro dedo, numa sincronia de entra e sai com força e bastante ruidoso que me fez parar a punheta nele e, sem dar conta, apertei-lhe o pau “não apertes tanto senão venho-me já”.
Aliviei a pressão mas sem tirar a minha mão do seu pau, no entanto enquanto M continuava naquela dupla penetração com os seus dedos na minha cona e no meu cú, levei a minha mão ao meu grelinho e entrei eu também naquela sincronia fazendo movimentos bem fortes no meu clitóris deixando os meus buracos serem tratados pelas dedadas do M.
As minhas entranhas apertaram os dedos do M lá dentro, os meus biquinhos endureceram mais, todo o meu corpo tinha tremores e vim-me num orgasmo explosivo.
Sentia o meu grelinho ainda durinho e a dar choques de tanto prazer e pedi ao M para não tirar já os dedos de dentro de mim e continuei a pressionar o meu clitóris, gemendo enquanto M dizia “um não te chega, né putinha”.
E realmente, naquele momento, um orgasmo não chegava, estava a caminho o segundo orgasmo, sem parar de sentir os dedos do M dentro dos meus buraquinhos e dos meus dedos a pressionar o meu grelinho, veio o segundo orgasmo com contracções internas ainda mais intensas e mais espasmos no corpo que parecia que sentia o coração a querer sair.
Mais uma vez, não dei conta e, com a violência do segundo orgasmo, apertei novamente o pau de M com a minha mão esquerda o que fez M dizer “vou-me vir”.
Ainda desnorteada dos meus orgasmos, apenas consegui reagir inclinando-me para chegar a minha cara o mais perto possível do pau dele e retomar a punheta nele, agora com mais vigor.
Cuspi no pau dele para ajudar a aumentar ainda mais força na punheta nele, o que levou a que nuns segundos M arfava de tesão, gemendo até se esporrar em direcçao à minha cara.
Depois de três esguichos de esporra, M deixa-se ficar totalmente derreado no banco recuperando do seu orgasmo, enquanto me dá a mão dele para eu lamber-lhe os dedos que ainda tinham restos do meu gozo.
Enquanto lhe lambo os dedos, levo a mão dele para me esfregar a esporra que tenho na cara e, depois de todo o creme hidratante estar bem espalhado na cara, acabo de lamber os dedos dele, agora com sabor misturado do meu e do gozo dele.
Ainda ficámos ali um pouco a recuperar mas com a certeza de que, amassos daqueles, ajudam a relaxar.
Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄



quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Black Friday

Anda tudo maluco com a Black Friday!
😜
Jasus nossa senhora!

No entanto, loucura por loucura, eu cá cada vez que oiço a expressão "Black Friday", só consigo imaginar algo assim
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Mas desenganem-se, a minha Friday de Black só vai ter isto...


(com muita pena minha!)

Beijos da vossa 👄Maria dos Prazeres👄